Sorvetão com calda de chocolate

Já pensou qual sobremesa fazer na Páscoa?!
Delícia para a família toda!

pós 50

Para mim não importa se está ou não frio, sorvete sempre é perfeita escolha.

Se estiver frio, então, porque não inovar e fazer essa receita de sorvetão?!

Para começar:

– Calda de chocolate

Misture bem 10 colheres de chocolate dissolvidas em 9 colheres de água numa forma com buraco no meio, leve ao congelador por no mínimo 3h.

– Creme do sorvete

1 lata de leite condensado;
1 lata de leite (a mesma quantidade da do leite condensado);
3 gemas peneiradas;
3 colheres (SOPA) de maisena,
Leve ao fogo até engrossar
Deixe esfriar

Após junte:
3 claras batidas em neve, para cada clara 2 colheres de açúcar
1 lata de creme de leite
misture levemente com o creme já frio.
Coloque na forma por cima da cobertura de chocolate congelada, depois de 6h no congelador (ou freezer) estará pronto

Tire do congelador 20 min. antes de servir.

Desenforme e cubra…

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Generatividade – a nossa capacidade de transformação

Por um futuro mais humano, vamos continuar ensinando que o mais importante é SER do que TER…

pós 50

Generatividade – quando eu ouvi pela primeira vez esse termo entendi que se tratava de uma pessoa com capacidade de superação e de fazer disso uma vontade de ajudar os outros.

Que apesar de ter passado pelas piores circunstâncias da vida, ainda tinha algo de muito bom para partilhar com o seu próximo e fazer com que sempre buscassem caminhos de recuperação, aquela pessoa que poderia compartilhar um bom abraço, um amigo que poderia te mostrar a melhor face da vida.

Essa capacidade de amor, generosidade vem da sabedoria aprendida do viver e do superar.

É geralmente na meia idade que surge essa preocupação para com as pessoas, além dela mesma e da sua família.

Aparece uma necessidade de orientar a geração futura, levando em consideração a sua própria experiência de superar na vida. Orientar os mais jovens, sabendo que muitas vezes eles não ouvirão, porque precisam ter a sua…

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O que você aprendeu

Você aprendeu que o equilíbrio da natureza é importante.

Você aprendeu que as árvores são importantes.

Você aprendeu que a água é ainda mais importante, pois sem ela não há vida.

Você aprendeu que quanto mais natural a comida, melhor para o seu corpo.

Você aprendeu que tem que ter esgoto, porque a falta dele traz muitas doenças.

Você aprendeu que é importante vacinar os seus filhos, para que eles não fiquem doentes e para que as doenças possam ser erradicadas.

Você aprendeu que uma educação de qualidade pode dar futuro para o seu filho.

Você aprendeu que a ciência é importante para o país avançar e se desenvolver.

Você aprendeu que quando não paga uma dívida, ou seus impostos, você será cobrado com juros e correção monetária.

Então,

Por que você aceita:

  • as agressões à natureza e a destruição das florestas e áreas de preservação ambiental Amazônia;
  • a aprovação de mais de 400 tipos de agrotóxicos, que contaminam a sua comida e a água que você bebe;
  • que digam que vacina causa doenças;
  • que não haja nenhum planejamento no Ministério da Educação, depois de mais de 100 dias de governo;
  • que o governo corte as bolsas de iniciação científica e de desenvolvimento científico;
  • que empresários não paguem suas dívidas com o governo e soneguem impostos;
  • que cortem os seus direitos e dêm mais direitos a quem tem dinheiro?!

Por que cargas você aceita tudo isso?!

As perdas

Será que em algum dia iremos aprender a lidar com a morte?!

pós 50

As notícias de morte sempre me acompanharam no decorrer da minha vida, mas eu estou numa fase em que elas estão aparecendo mais e mais, cada vez mais frequentes e de pessoas mais próximas a mim, o passar dos anos nos traz perdas.

Cada dia isso me abala mais…

Tem época que se foge da lembranças, boas ou ruins, para não sofrer. Por mais distante que se vá, elas estão guardadas na sua mente, as gavetas se abrem e elas voltam inesperadamente.

Há dias que não são fáceis. Perder quem se ama ou mesmo pessoas que passaram por nossas vidas nos faz enfrentar nosso próprio destino.

Tento me preparar, há anos, para a perda da minha mãe, que fará 94 anos no mês que vem. Sei que ela está sofrendo, com a pouca aceitação da fraca qualidade de vida física e mental, isso a deixa abalada. O esquecimento do presente…

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Carta da dona Zilá para sua filha Cláudia, 4 anos de desaparecimento

Para Cláudia, uma memória eterna eterna…

Para Cláudia

Cláudia minha filha, a Maria Júlia me disse: quer coisa ou motivo maior ou melhor que saber que os que amamos estão bem?!Procura a renovação mental, pensando em todas as coisas boas que vivencias no momento.

A justiça dos homens não é a justiça de Deus, então é preciso que vivas esses bons momentos na tua vida e deixa que aquelas folhas que se vão vão vão…

A alegria e a emoção me invadiram naquele momento, em saber que estás usufruindo tudo de bom que plantastes aqui na terra.

Aqui as homenagens se sucedem, nos enchendo de orgulho.

O nosso reencontro será lindo! Que Deus me ajude que eu consiga ir para onde estás filha.

A tua Paineira está toda florida e as Nogueiras cheias de frutos. Estás aqui em todos os lugares e momentos!

Te amo filha!

Que Jesus te abençoe e te guarde e Maria Santíssima te cubra…

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4 anos – À tua fé o meu respeito

Há 4 anos, no dia 9 de abril, a Cláudia desapareceu…

Para Cláudia

É assim que eu quero lembrar sempre de ti, com esse sorriso largo e feliz.

Dia 19 de março, o processo do teu desaparecimento foi arquivado. Naquela noite, a tua mãe escreveu um texto pra ti e para todos os que acompanham o teu caso, para começarmos uma nova etapa, a de paz, luz e orações por ti.

Tu eras uma pessoa de fé, congregavas a fé espírita. Eu, hoje, quero me colocar no teu lugar e no da tua mãe. Olhar tudo o que aconteceu pelos teus olhos e pensar no que tu, como mãe, gostarias que tivesse acontecido.

E, pensando em ti, em tudo o que vivemos, em mais de 30 anos de amizade, acredito que me dirias, assim foi melhor.

Sabemos que na doutrina espírita sempre viemos juntos, para algum resgate, crescimento e, eu diria, nos meus parcos conhecimentos, em comparação aos teus, que também para a…

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O que uma mãe é capaz de fazer pelo seu filho

Cláudia – parte sete

Para Cláudia

Quando temos um amor incondicional e esse amor é para os nossos filhos, não conheço outro amor incondicional, somos capazes de fazer muitas coisas, na defesa deles.

A Cláudia sempre foi incondicional na defesa do seu filho. Por duas vezes discutimos na vida mais seriamente, ambas por divergências na condução da educação dos filhos.

Como boas amigas sempre respeitamos a opinião uma da outra, mesmo na divergência.

Eu acredito que ela teria sofrido imensamente, ao ver seu filho indiciado. Existe, de minha parte, uma tristeza profunda nessa suposição.

Não tenho como mudar o passado, não posso intervir no que aconteceu, não tenho condições para fazer um julgamento. Sofro com isso, mas temos que continuar em frente.

Hoje as poucas coisas que consigo fazer na distância é não deixar a Cláudia ser esquecida e ser presente para a sua mãe, D. Zilá.

Na semana do seu aniversário, que foi dia 27…

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A acusação

Cláudia – parte seis

Para Cláudia

Penso, hoje, que o desaparecimento da Claudia será mais um caso insolúvel.

Não temos pistas, não temos materialidade, apenas indícios e antecedentes. Não há testemunha.

O promotor investigou exaustivamente, pediu revisão de pericias, buscou provas e fez dois indiciamentos, que são públicos.

Aqui no blog sempre me coloquei para a Cláudia, a nossa amizade e vivências. Desde o início o meu foco foi para ela e para a defesa dela.

Coloquei, também, diversas vezes que eu não sabia o que tinha acontecido e, portanto, não iria acusar ninguém.

Gostaria muito que esse caso se resolvesse e que os culpados fossem punidos. Punir qualquer um apenas para dar resposta a sociedade, não é fazer justiça.

Eu tenho a minha suposição, mas suposição não prova nada.

Me pego constantemente tentando pensar como se fosse a Claudia, como ela agiria, como ela gostaria que tudo isso se resolvesse.

Hoje, penso que não chegarei…

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As perguntas não respondidas

Cláudia – parte cinco

Para Cláudia

Todos se perguntam o que aconteceu com a Cláudia.

São inúmeras as perguntas não respondidas, mesmo para nós, amigos e família, não há respostas.

O que se sabe: Cláudia visitou enfermos, jantou com uma amiga, retornou para casa. Entrou e fez um café, jogou a colherinha na pia, como sempre fazia. Seu filho, de quem sou madrinha, estava em casa.

Se percebeu uma diferença de comportamento, as roupas dobradas no quarto. Como ela visitou doentes, ela não entraria com essas roupas no quarto, ela as colocaria direto na máquina de lavar, porque sempre fazia assim. Por ser uma cientista, que estudava doenças, tomava muito cuidado com contágio.

Sobre as cortinas, no dia da faxina a Cláudia, pela manhã, retirava as cortinas e colocava para lavar, quando voltava para casa, pendurava as cortinas, para secar, já no local delas.

Isso é o que sabemos!

As pessoas sempre perguntam como que o…

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O sentido da vida

Cláudia – parte quatro

Para Cláudia

No dia 9 de maio de 2008, eu e outras amigas recebemos essa mensagem da Cláudia… Muitas coisas, para nós, não fazem sentido, sobre tudo o que aconteceu com ela, mas para ela faz todo sentido…

“Encaminho para compartilhar com vocês as palavras de M. Medeiros… embora discorde quanto a falta de sentido da vida.

Acrescento, então, ao texto minha opinião: Acredito que a vida tem sentido sim, embora talvez não tenha o sentido que queremos ou que entendemos no momento.

Abraços da amiga, Cláudia

Aproveito para desejar um Feliz Dia das Mães para todas, sejam mães de humanos , caninos, felinos e outros mamíferos. Também mães de aves, peixes e répteis.

Beijo”

Os quatro fantasmas – Martha Medeiros

Leiga, totalmente leiga em psicanálise, é o que sou. Mas interessada como se dela dependesse minha sobrevivência. Para saciar essa minha curiosidade, costumo ler alguns livros sobre o assunto, e outro…

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Maternidade e a família

Dando continuidade aos textos sobre a Claudia…

Para Cláudia

A maternidade nos transforma, não foi diferente com a Cláudia. Ela se tornou uma mãe extremada, companheira e, junto com o Seu Arlindo e a Dona Zilá, amaram e cuidaram do filho e neto.

Sempre quis dar tudo o de melhor para o filho, em estudo, educação, oportunidades de vivências.

O filho acompanhava o avô em tudo, aprendeu com ele a fazer qualquer tipo de reparo, e a cuidar das árvores e do pátio. O avô se foi cedo, depois de uma pneumonia dupla.

A Cláudia era fã do pai, transmitiu esse sentimento ao filho. Ambos sentiram demais essa partida. O cuidador se foi, deixando em prantos a sua eterna namorada, D. Zilá.

Para mãe e filha restou a força de seguir em frente.

Eu tenho um objetivo aqui, defender o que eu acredito que a Cláudia gostaria.

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O amor de uma mãe é incondicional?!

Dando continuidade aos textos sobre a Cláudia…

Para Cláudia

Muitas mães amam seus filhos incondicionalmente. Com a Cláudia era assim…

Muita dedicação muita atenção e muita preocupação, não gostava que interferissem na sua maneira de ser maternal.

Seu filho vinha antes de tudo…

A sua preocupação com ele dobrou com a morte de seu pai e avô de seu filho. A falta do companheiro do filho preocupava a mãe.

Essa morte mudaria também a vida da Cláudia. Ela resolveu se cuidar, para que pudesse continuar a cuidar do filho, que entrava na adolescência.

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Quando nos tornamos mãe?!

Dia 9 de Abril é a data do desaparecimento da Cláudia. Já são quatro anos, eu vou colocar aqui alguns textos, sobre o caso, sobre meus sentimentos e o que eu espero do futuro.

Para Cláudia

No decorrer desses dias, escreverei sobre o que me levou a tomar uma posição, que publicarei no dia 9.

Não haverá nenhum julgamento de minha parte, não apontarei meu dedo para ninguém, simplesmente vou externalisar os meus porquês.

Então meus amigos, eu espero que leiam, mas também não façam julgamentos. A Cláudia que conheci e era minha querida amiga, não gostaria que houvesse …

Se sentir mãe é diferente para cada mulher, pode ser no início da gravidez . Para mim foi quando eu soube que estava grávida…

O vínculo entre a mãe e seus filhos é único, cada filho percebe este elo de uma determinada maneira.

A Cláudia, que não dava muitas demonstrações afetivas, tinha um amor visceral pelo seu filho.

Como muitas mães, era um amor incondicional…

Sempre foi assim…

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O que você faria?!

O que você faria se recebesse essa notícia: seu corpo pode falhar a qualquer momento, não tem prazo, nem data, pode ser amanhã ou daqui a de 20 anos. Mas pode ser amanhã…

Correria para realizar um grande sonho, se reuniria mais com a família, continuaria vivendo a mesma vida ou mudaria radicalmente a atual?!

Confesso que eu não sei o que eu faria, na iminência de partir…

Após o acidente da Chapecoense, o jornalista sobrevivente, Rafael Henzel, escreveu o livro Viva Como Se Estivesse de Partida. Foi o que ele fez, até a sua morte prematura na semana passada, aos 45 anos. “Jamais havia tido noção do que é o tempo... Hoje eu uso meu tempo com as coisas que me dão prazer.

Desde que nascemos, temos data, prazo de “validade”, só não sabemos quando esse prazo se finda.

Então, porque não decidimos fazer com que a nossa vida seja produtiva sabendo disso?!Não falo em ganhar dinheiro, fazer fortuna (se isso lhe satisfaz, vá em frente). Falo das nossas relações de amor ao outro, da amizade, da família. Falo em amor e em amar e ser a melhor pessoa que se puder ser.

Uma coisa que as últimas eleições me mostraram, é que, podemos ser as piores pessoas que temos dentro de nós mesmos. Eu não entendo isso, eu não consigo entender a opção pelo ódio. É subumanidade.

O ser humano está longe de ser construtivo. Nas nossas relações disputamos espaços, não respeitamos as diferenças, sujamos o mundo, não sabemos viver em sociedade e queremos ter ganhos em cima do sofrimento e da necessidade alheia.

Temos ensinado mais a odiar do que a amar. Porque armamos ao invés de amarmos?!

Deixo duas perguntas para vocês. O que você faria se soubesse que o seu tempo está se encerrando?! Qual a herança que você vai deixar aqui na terra?!