Desabafo político

Sou mulher de caminhoneiro e a única coisa que percebi foi que o diesel subiu nos postos de combustível, desde o início desta greve.

Outra coisa que acho seríssima: cortar os gastos nas áreas sociais para subsidiar, na verdade, as grandes transportadoras e não o caminhoneiro de ponta, o autônomo, aquele que luta dia a dia para manter o sustento da sua família.

O movimento teve muito caminhoneiro que precisa de um preço mais baixo de combustível, o que aconteceu foi muito mais um locaute, manipulado pelos empresários da área de transporte.

Meu marido chega a trabalhar 16h, num único dia. É uma vida difícil, estradas péssimas, insegurança nas estradas, roubo de caminhão, mortes por acidente, tudo para cumprir uma agenda e conseguir lucrar alguma coisa no final do dia.

O diesel é um combustível altamente poluente, e até hoje temos nas concessionárias caminhonetes a diesel, que as pessoas compram para circular na cidade.

Gente está tudo errado!

Governo fraco que não sabe negociar, que permitiu abusos de toda ordem. População egocêntrica que tentou passar a perna no outro que também é brasileiro, furando fila, aumentando o preço, sem nenhuma solidariedade às dificuldades que estavam acontecendo, porque o seu umbigo vem em primeiro lugar.

E agora vem cortar as verbas sociais do SUS, violência contra mulher, saneamento básico, educação, para cobrir subsídio?! Não concordo, é um absurdo.

A população deu apoio ao movimento dos caminhoneiros, porque está cheia dos desmandos, da corrupção, do desvio de verbas, principalmente para os bolsos dos políticos, chega!

Senhores políticos que tal começar a cortar na própria carne? Começando pelas verbas gigantescas do legislativo, do Judiciário, e dos ministérios excedentes, dos inúmeros cargos preenchidos pelos afiliados dos políticos, que não estão lá para servir ao público, apenas para garantir mais verbas ao seu padrinho.

Não existe milagre, salvador da pátria, discurso vazio, não acredito em quem tem mais de 30 anos de congresso e nunca tentou fazer nada, não acredito nos políticos que estão aí e que fizeram uma reforma política apenas para se perpetuarem onde estão.

O Brasil precisa de um projeto sério de governo, de programas sociais que permitam que a população possa ser empregada, ter a sua própria renda, que os tributos sejam revertidos para população em educação e saúde e demais necessidades.

Não é se perpetuando no poder de uma forma ou outra e colocando toda a família na política que vamos conseguir sair de um futuro caos.

A reforma política só serviu para que os atuais políticos possam ainda se beneficiar das verbas públicas e se reelegerem. Manter seus feudos, que é a melhor expressão da nossa política atual.

Sei que este texto vai desagradar várias pessoas, mas sou cientista política e não posso assistir tudo que vem acontecendo e continuar calada.

Vocês realmente acreditam em milagre, em mitos?!

Vamos deixar de ser marionetes, está mais do que na hora de assumir o comando do nosso futuro.

Deixa a mente me levar…

As viagens e seus planejamentos sempre me ajudam a manter minha mente sã.

Ano passado foi difícil, doença, internação hospitalar, demissão do trabalho de 15 anos, paralisia facial.

Criei o blog e a página Pós50, uma maneira de ocupar a mente, além de fixar a minha agenda pessoal em cuidar da minha saúde.

Ter ultrapassado a barreira dos 50, trouxe consequências no desgaste do corpo, mas não da mente.

O início de 2018 veio recheado de uma grande vontade, ultrapassar a fase dos problemas de saúde, me dediquei com afinco, por todo 2017, nessa superação, procurando sanar quaisquer resquícios de doença.

Me dei o direito de pensar numa futura viagem com o meu marido, férias mais amplas do que os poucos dias que temos tido.

Queria mostrar a ele o Portugal, que tanto me apaixona. Acho que é um saudável compromisso comigo mesma e com ele, merecemos.

Assim, mentalmente, estou me planejando e organizando a viagem, roteiros, acompanhando o preço das passagens de avião, vendo a possibilidade de alugar um trailer ou motorhome, em substituição aos hotéis, para termos a liberdade de ir para onde quisermos e para os melhores passeios.

Tudo dentro de um custo benefício de conforto mínimo para ter uma viagem gostosa, para explorar as mais diversas belezas lusitanas.

Tem sido ótimo, pensar nisso, enquanto ainda não consegui afastar de mim o pesadelo de doenças, que ainda me rondam, neste 2018.

Eu ainda não compreendo todo o processo pelo qual tenho passado, mas sonhar sempre acalenta a alma, no meu caso, o sonho de uma viagem a dois mais ainda.

Sumida

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Olha eu aqui de novo! Andei meio sumida…

Dias difíceis os últimos. Há uma semana, voltando do pilates, senti um desconforto no peito, ardia.

Esperei por mais alguns sinais, o que os médicos recomendam, uma leve febre a noite. O desconforto continuou e a febrícula também, então na quinta procurei o meu otorrino. Exames feitos nada na garganta, ouvidos e nariz. Pediu que eu procurasse uma pneumologista sua conhecida com urgência.

Consegui a consulta para o dia seguinte, sexta-feira. A noite tive bastante dificuldade para dormir, uma tosse com secreção não me deixava. Dia seguinte no consultório o diagnóstico, pneumonia e bronquite.

Para quem passou o ano de 2017 peregrinando entre médicos, exames e fisioterapia para entrar com o pé direito em 2018 confesso que acho mesmo que não tenho, só dois esquerdos, fazer piada é necessário, manter o humor também.

Estou em tratamento, estive ontem novamente na médica, pneumonia cedendo, resta uma traqueobronquite. Tratamento para uns 30 dias com bombinha.

Minhas próximas consultas serão para investigar a fundo onde está o foco infeccioso que viaja pelo meu ser e tentar defenestrá-lo de vez.

Vou dando notícias…

 

Abrindo o meu coração

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Resolvi que aqui, no Pós50, eu falaria sobre tudo que nos atinge depois dos 50 anos, posso falar da minha experiência de vida, porque é a minha…

Me considero inteligente, sagaz, sem falsa modéstia, tenho boas tiradas e bom humor e posso ser extremamente irônica, minha cabeça está sempre atenta, acho que me defino numa palavra, intensa. Assim são os meus sentimentos.

Mas como sou não tem nada a ver com saúde, infelizmente, porque, toda a agilidade mental que tenho é atropelada por doenças e restrições do meu corpo. E, abrindo o coração, acho isso uma baita sacanagem.

Tô achando que está mais do que na hora do Cara lá de cima dar uma forcinha, afinal quero voltar para a minha vida normal, sem agenda médica intensiva.

E já vou adiantando que estou fazendo a minha parte, cumprindo o Deus ajuda quem cedo madruga, mas a letra do Deus escreve certo por linhas tortas, deve estar tremula ou ilegível, porque os anjos não estão conseguindo ler direito e ajudar devidamente.

Queria não falar disso em 2018, juro, mas tenho me sentido podada, tento tratar tudo com bom humor e vou escalando a minha montanha de empecilhos

Voltei para o pilates esta semana, vou para a terceira aula. Volto para a fisioterapia amanhã, além daquela que trata os músculos, agora farei a pulmonar também.

Nem vou listar aqui o número de doenças crônicas e medicamentos que estou tomando porque o que mais quero é deixá-los no passado, então xô, sai prá lá, não vou registrar,  é o poder da palavra não escrita!

O meu coração me diz, eu te amo, tô contigo e não abro, vamos devagar e sempre em frente!

E agora falando com a dona funesta frente a frente, eu estudei ciência política e moro em Brasília, não sou política, portanto, quando você ouve as pragas e os xingamentos da população brasileira, não é a mim que você tem que patrulhar, me erra, o endereço é mais lá pros lados da Praça dos 3 poderes em Brasília, vai rondar por lá!

Ufa, abrir o coração também cansa 🤪 !

E 2018, planos?!

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Planos não devem faltar, mas temos que cuidar para não extrapolar o que realmente podemos fazer.

Eu confesso que nos últimos 30 dias me esforcei para colocar tudo o que eu podia da saúde em dia. Pensava já entrar em 2018 zerada, ainda não estou, porém estou cuidando disso com carinho.

Quero saúde e uma certa estabilidade em 2018, isso resolvido, sinceramente, além de ir a Pelotas, gostaria de investir em alguma viagem para mim. É o meu maior prazer, conhecer novas culturas e ter novas experiências. Isso pensando em planos meus.

Olhando para o Brasil e para o mundo, não vou só pedir a paz mundial. Desejo sim, mais compreensão e empatia, que as pessoas revejam o TER, o consumo excessivo e realmente vejam a importância do SER, principalmente mais humano.

Todo ano na passagem eu peço sabedoria, não é aquela sapiência inútil, é saber medir as decisões, ter discernimento ao viver e ao tratar meus semelhantes. Esse ano também vou pedir saúde minha gente, se faz necessário.

Façam seus projetos futuros, está chegando a hora, vamos nos preparar para um ano melhor.

Meu desejo para todos vocês é de um 2018 sensacional!

 

 

 

Espinha na garganta

Gosto de parar pra conversar com a minha neta mais velha por telefone.

Ela já está na universidade, é uma das pessoas mais inteligentes e carinhosas que eu conheço.

Sempre que podemos tiramos um tempinho para um almoço avó e neta, mas a universidade agora a ocupa bem mais, requer mais dedicação aos estudos intensos, foi um semestre difícil, muito diferente do segundo grau.

A universidade tem seus meandros que só um semestre surrado para nos ensinar a adaptação.

Mas a pauta não é ela e sim a conversa que tivemos. Para mim foi muito importante, com ela eu me sinto à vontade de falar dos meus sentimentos mais recônditos.

Nessa conversa me dei conta da espinha que tenho atualmente atravessada na garganta. E me vi falando de uma tristeza que tenho carregado comigo.

Eu já falei anteriormente que eu sou cientista política e atualmente eu sequer consigo falar em política.

Quando eu procurei um curso nas ciências sociais e humanas eu estava numa fase em que pensava que poderia mudar o mundo, como todo jovem.

Agora me vejo reavaliando todo um caminho, a minha trajetória, de vida dedicada às políticas públicas e me pergunto porque estamos onde estamos.

Eu não tem uma resposta,  eu não consigo achar uma resposta, eu não consigo falar de política, porque o que está aí não é política é politicagem, é oportunismo.

Eu espero que um dia eu consiga voltar a discutir políticas públicas e não ouvir sobre corrupção, desvio de verbas públicas, trocas de favores, troca de recursos públicos por voto.

Para quem sempre se preocupou com a fome, com que cada brasileiro tivesse um prato de comida na mesa, que tivesse uma educação decente e saúde de qualidade, este é um momento de profunda tristeza com Brasil.

Eu tive uma formação humanista, não acredito nessa sociedade que se só se importa com o próprio umbigo, sem enxergar o seu semelhante, não acredito no ter em detrimento do ser. Isso nunca vai transformar o Brasil em  um país melhor.

Mas se tem uma coisa que eu não acredito, e o Brasil já nos provou isso em outras eleições, é em salvadores da Pátria, isso não existe, o que existe é uma população educada e comprometida com futuro do seu país, não oportunistas de plantão.

Não existe atualmente a possibilidade de se discutir política, virou agressão gratuita, não pergunto sobre a tendência política, eu tenho a minha, e vou respeitar o que vier nas eleições, talvez só não continue por aqui, porque não existe milagre.

O que me interessa é voto consciente. Conheça a plataforma da pessoa em que você vai votar, a história de vida dessa pessoa, não se deixe levar por discurso vazio.

Viver de política e não para a política, essa é a realidade de quem vive se reelegendo, salário fácil, pouco trabalho, por vezes 2 projetos em 3 décadas.

Não existe salvação sem investimento em educação, sem mexer nas estruturas sociais. Tem que haver um comprometimento com educação, com saneamento básico.

Eu fui professora, não vejo futuro para o Brasil sem investimento em educação básica e nos demais níveis, sem investimento em pesquisa, nós estamos exportando os nossos melhores valores.

Estamos numa crise de falta de diálogo, discurso vazio, sem projeto de trabalho.

Afundamos tanto que não será fácil vir a tona. E nós, brasileiros, temos que nos comprometer com o projeto que queremos de país e não esperar que alguém tome o timão das nossas mãos e faça o projeto de Brasil dele, não nosso.

De qualquer forma, independente da escolha, quem vai pagar as consequências seremos nós. O povo americano já está pagando…

O que o 1°de dezembro tem a ver com a AIDS?!

Hoje, 1 de dezembro, é o dia Mundial de Combate à AIDS.

Com o crescente aumento da doença principalmente entre os jovens se faz necessário vários esclarecimentos sobre essa doença.

A AIDS tem um coquetel que trata mas não cura a pessoa que adquiriu. Ela terá AIDS pela vida toda. Poderá tratar e terá os sintomas amenizados e poderá levar uma vida normal, se tomar o coquetel de medicamentos, poderá conviver com a doença, mas nunca será curada.

As pessoas tem medo de fazer os testes. Eu sempre fiz todos eles AIDS, sífilis, hepatite, porque não quero ter e tampouco contaminar as pessoas com quem eu convivo, até porque eu tenho uma saúde absurdamente frágil e sofro com a minha imunidade baixa.

Pessoas continuam sendo contaminados mundo afora pela falta dos testes, por terem medo de fazer os mesmos e acabam transmitindo para o seus parceiros a doença.

Ao ler sobre o assunto acabei descobrindo uma coisa que eu não sabia, como o vírus é mutante, se a pessoa transar com outra que também tem a AIDS, elas podem trocar seu tipo de contaminante e criar um terceiro tipo de vírus, portanto é imprescindível usar camisinha em todas as relações sexuais.

A mulher que engravida e tem AIDS ao ser tratada durante toda a vida e a gravidez não transmite a AIDS ao seu filho.

Mulheres façam o teste! Protejam o seus filhos e a sua família! A cada hora 18 crianças são infectadas no mundo, segundo dados do UNICEF.

A informação e o conhecimento sobre AIDS são as principais ferramentas para combater essa doença, que já foi trágica hoje não é mais.

Façam o teste, não tenham medo. Tem pessoas que convivem há mais de 40 anos com o vírus e estão aí provando que se tratar é o melhor caminho.

Fragilizada

Tem dias que é assim, você simplesmente se sente mais frágil, como a criança que um dia fui.

Por que eu estou me sentindo assim?! Desde sábado eu estou mais mexida, cedo bem cedo pela manhã eu tive uma convulsão, depois de muito tempo sem ter nenhuma, a epilepsia mostrou a sua presença mais uma vez.

Foi tanta coisa esse ano, tive a hospitalização pela infecção nos mastóides, a paralisia facial, depois a aposentadoria compulsória, pela demissão, veio então a cirurgia no ombro, e, agora, em plena recuperação da cirurgia, a convulsão. Provavelmente, até o final do ano, vou ter mais uma cirurgia pela frente, de uma vértebra deslocada, então não tenho como não me sentir fragilizada.

Perante toda a força e coragem que eu sempre tive na vida, alguma coisa eu tenho que aprender este ano, pelas limitações que meu corpo tem me imposto. Esse ano tem sido hors concours.

Confesso que estou de saco cheio. Sou super cuidadosa com toda a minha medicação, sempre fui assim, não pulo horário, não deixo de tomar um comprimido sequer, sempre tenho todos os remédios em casa, então me digam por quê?!

Não se preocupem em responder nenhuma das minhas perguntas, é apenas um desabafo, eu sei que tudo vai passar, sou craque na superação, eu tenho apoio da minha família e eu estou bem, mas tem dias que a gente fica de saco cheio, eu estou nesse dia, amanhã já terá passado e eu estarei bem.

Cozinha sustentável

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Dois conceitos que me atraem: cozinha e sustentável. Temos que começar a pensar num mundo viável e nada como começar com pequenas atitudes, dentro da nossa própria casa, de modo bem simples.

Cozinhar em casa com produtos naturais como alho, cebola, tomate, pimentão, salsa e cebolinha, a base do nosso refogado é extremamente saudável. Se você conseguir aliar a sua cozinha com a compra de produtos sazonais, feita com pequenos produtores locais, (que na sua maioria usam técnicas simples de plantio, sem agrotóxico) e utilizando tudo o que é possível deste produto, parabéns, você está praticando a cozinha sustentável.

Vamos ver como isso funciona?! Estamos em agosto, o que se produz em agosto? Nos legumes temos cenoura, abóbora japonesa, abobrinha, batata doce amarela, berinjela, cará, ervilha, inhame, mandioca e mandioquinha. Nas frutas: abacate, atemóia, carambola, kiwi, laranja, lima da pérsia, maçã fuji e red, mamão formosa, maracujá, mexerica, morango, sapoti e  tangerina. Nas verduras: agrião, beterraba com folhas, brócolis, cenoura, coentro, couve, couve de bruxelas, couve-flor, erva-doce, espinafre, hortelã, louro, mostarda, orégano, rabanete e repolho. (fonte blog da CEAGESP)

Quando você consome um produto sazonal você ganha de duas maneiras, no bolso e na nutrição. O produto consumido na época certa de sua safra preserva todas as suas qualidades, sabor, cor, textura, a saúde agradece.

Aproveitar esse produto em sua integralidade nos remete a novas experiências, como o bolo de casca de banana, a batata rústica onde a casca é aproveitada, o omelete de talos de salsinha, riquíssimo em vitamina C. Além disso você pode cozinhar a beterraba no feijão, ele ganha em ferro e você no gás de cozimento. A batata doce tem o mesmo tempo de cozimento do arroz. Ou seja, mil possibilidades de aproveitamento do todo.

Lembra que nossas mães e avós aproveitavam tudo?! O arroz branco virava bolinho, arroz de forno. O feijão, tutu, feijão mexido, nada era jogado fora, e feijão e arroz um mexidinho, é esse o conceito.

Abra as fronteiras da experimentação, você só tem a ganhar com a cozinha sustentável, grandes Chefs perceberam isso e apostaram nesse conceito. O planeta terra agradece!

Copiei algumas idéias da fleischmann  que achei bem legais.
Confira como reaproveitar melhor os alimentos

• Folhas de cenoura, beterraba, batata-doce, nabo, couve-flor e abóbora: faça bolinhos, sopas e cremes, suflês, farofas, patês, tortas, massas e recheios para panqueca.

• Cascas de goiaba, banana, laranja, mamão, maçã, abacaxi e manga: prepare compotas, doces caramelados, doces cristalizados, sucos, bolos e geleias.

• Talos de espinafre, agrião, acelga, brócolis, beterraba e couve-flor: use no preparo de sopas, refogados, farofas, omeletes, tortas e recheios para massas em geral.

• Sobras de carne assada, carne moída, peixe e frango: dá para fazer croquetes, omeletes, tortas, recheios para panqueca, bolo salgado, escondidinhos, suflês e bolinhos.

• Sobras de arroz e feijão: faça bolinhos de arroz, tortas, arroz de forno, arroz-doce, risotos, feijão-tropeiro e virado.

• Ao usar metade do abacate, deixe a outra parte com o caroço. Isso evita que a fruta estrague rápido.

• Sobras de bolacha não devem ir para o lixo. Esmigalhe, guarde em um vidro fechado e utilize para preparar pavês e tortas.

Fonte: http://www.falecomfleischmann.com.br e http://www.dicasdecozinha.com.br

Paralisia facial, herpes zóster e outras coisinhas…

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Em abril de 2017 a vida me deu um grande susto. Estava tratando uma otite média, já com 8 dias de antibiótico, quando tomando café da manhã, senti o lado esquerdo da boca formigar levemente, a xícara parecia não encaixar direito.

Eu tinha uma noção de que poderia ser uma paralisia facial, minha mãe também havia tido depois dos 50 anos.

Procurei uma emergência de otorrinolaringologia, atenção existe 2 especialidades que tratam paralisia facial, otorrino e neurologia.

Para minha surpresa o médico diagnosticou algo mais grave, infecção dos mastóides, ossos laterais da cabeça, que me fizeram ficar hospitalizada por 10 dias. Em decorrência da infecção eu estava com paralisia facial, foi tenso.

Essa introdução foi para dizer que depois dos 50 anos estamos com a saúde mais fragilizada e suscetíveis a desenvolver doenças próprias da idade, uma delas herpes zóster, que também causa paralisia e possui vacina para proteger nosso organismo.

Lamentavelmente tive as duas doenças, o herpes aos 46 anos, a paralisia neste ano, por experiência própria, resolvi escrever este post como alerta.

Com a idade ficamos mais frágeis, precisamos nos cuidar!