AMBROSIA



Há cheiros que a gente não esquece.

Há cheiros que ficam guardados em algum lugar entre a memória e a alma, esperando o momento certo para voltar. A ambrosia é um desses.

Não é um doce qualquer. É um acontecimento. Quando começa a borbulhar na panela, a casa inteira sabe. O leite vai se transformando em dourado, o açúcar se dissolve, os ovos se incorporam devagar, e as especiarias — a canela, o cravo, a baunilha — se abrem no calor como quem abre os braços. O aroma sobe, atravessa a cozinha, passa pela sala, sobe as escadas, se instala nos quartos. Quem chega de fora já entra sabendo: tem algo sagrado acontecendo ali dentro.

Minha avó fazia ambrosia. Não sei se ela media os ingredientes ou se ia pelo olho, pelo tato, pelo cheiro. Aprendi vendo. Aprendi provando. Aprendi errando. E hoje, quando faço, sinto que estou repetindo um gesto que é mais antigo do que eu — um gesto de amor que passa de mão em mão, de colher em colher.

Mas nem toda ambrosia é igual. E aqui preciso ser honesta: a ambrosia da Dona Lúcia, avó dos meus filhos, ganha. É indiscutível. Ela fazia com leite tirado na hora, da vaca da fazenda. Ovos de pata, com aquela gema laranja, densa, quase vermelha. E o fogão a lenha, que dá ao doce um sabor que nenhum fogão moderno consegue reproduzir. Era outro nível. Era a ambrosia da terra, feita com o que a terra dava, na hora em que a terra oferecia.

A minha ganha em outro aspecto. Eu acrescento um plus: a baunilha. Não a essência — a fava. Raspo as sementes e deixo a fava inteira na panela, infundindo. Ela participa do cozimento, libera o perfume devagar. E tem a canela. Eu faço o dobro da receita e coloco três paus de canela. Porque eu amo canela. Não é um ingrediente — é uma declaração. Já o cravo, mesmo com a receita dobrada, fica em três. Porque o cravo é forte, e ninguém gosta de morder um cravo. Ele está ali para perfumar, não para ser encontrado. Cada cozinha tem a sua marca. Cada mão tem o seu jeito. E a ambrosia, esse doce tão simples e tão nobre, aceita todas as mãos que a fazem com amor.

E há outra coisa que me diferencia: eu não gosto de ambrosia branca. A minha é moreninha. Bato tudo no liquidificador — ovos, leite, açúcar — e levo para a panela. Cuido até levantar a fervura. E é aí que mora o perigo. A ambrosia, quando levanta fervura, pode derramar. E se derrama, você perde uma parte essencial. Por isso, você tem que estar ali. Atento. Olhando. Antes que ela levante. A ambrosia exige presença. Depois que a fervura se estabelece, aí sim você pode mexer de tempos em tempos, para não grudar no fundo. E deixar apurar. Apurar até ficar moreninha. O tempo é o ingrediente que ninguém vê, mas é ele que dá a cor, o sabor, a alma do doce.

Mas se me perguntarem qual é a melhor época para fazer ambrosia, eu não hesito: é o Natal. Porque o Natal é uma época de espiritualidade. As pessoas estão mais abertas, mais sensíveis, mais disponíveis para o amor. E a ambrosia, com o seu aroma angelical, parece ter sido feita para esse tempo. Quando o cheiro se espalha pela casa, eu sinto como se estivesse participando de algo maior. Penso no amor. Penso em todos os sentimentos bons que vão preenchendo as pessoas nessa ocasião. Penso nos anjos. E sinto que o doce que estou preparando carrega um pouco dessa energia. Não é só açúcar e leite e ovos — é uma oferenda. Uma forma de dizer, sem palavras, que a vida pode ser doce, que a casa está aberta, que há lugar para todos à mesa.

Sempre me perguntei por que a ambrosia tem esse poder. Acho que é porque ela exige tempo. Não é um doce que se faz com pressa. Ela pede presença, pede paciência, pede que a gente fique ali, mexendo, cuidando, esperando o ponto. E, enquanto a gente espera, o cheiro se espalha. E não é um cheiro que fica só na cozinha — ele me preenche. Eu fico ali, mexendo a panela, pensando no amor que estou transformando em alimento, colocando isso dentro dele. É um pensamento que me deixa mais angelical. Como se, por alguns instantes, eu estivesse mais perto dos anjos. O aroma sobe e eu subo com ele.

Quando meus filhos entram em casa e sentem o aroma, eles sabem. Não preciso dizer nada. Só preciso dizer: “tem ambrosia”. E o rosto deles muda. O corpo relaxa. A pressa vai embora. É como se o tempo, por um instante, voltasse a ser o que era quando eles eram pequenos.

A ambrosia é um doce perfeito porque ela não é só um doce. Ela é uma ponte. Entre a minha avó e eu. Entre mim e os meus filhos. Entre a minha cozinha e a cozinha da Dona Lúcia, que fazia com leite de vaca e ovo de pata. Entre o passado e o presente, entre a memória e a mesa.

Ela é feita de leite e ovos e açúcar e especiarias. Mas também é feita de tempo, de cuidado, de presença. E, acima de tudo, de uma coisa que não se mede: o amor que se transmite de mão em mão, de geração em geração.

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INGREDIENTES

· 2 litros de leite
· 12 ovos (de preferência, caipiras)
· 4 xícaras de açúcar
· 3 paus de canela (eu amo canela)
· 3 cravos-da-índia  (o cravo é forte, e ninguém gosta de morder um cravo)
· 1 fava de baunilha (baunilha é caro, e uma única fava já dá o aroma e o gosto necessário)

MODO DE FAZER

Bata tudo no liquidificador: o leite, os ovos, o açúcar. Leve à panela e junte os paus de canela, os cravos e a fava de baunilha (com as sementes raspadas e a fava inteira). Fique atenta, não saia de perto. Quando começar a levantar fervura, ela pode derramar — e você perde uma parte essencial. Assim que a fervura se estabelecer, abaixe o fogo e vá mexendo de tempos em tempos, para não grudar no fundo. Deixe apurar até ficar moreninha — a cor que você mais gosta. Retire a fava de baunilha, os paus de canela e os cravos. Deixe esfriar. Sirva em compoteira, com um fio de canela por cima.

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— Adriana Fetter – a que chora quando lembra desse aroma.

Torta de banana – Sobremesa de segunda a domingo

Delícia 😋!

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Pense que sobremesa boa!

Uma das minhas favoritas desde criança, aprendi com a minha avó, que servia nos jantares de domingo em família, deliciosamente deliciosa, se é que isso existe!

Fácil demais, a parte mais difícil é esperar esfriar para comer.

• 6 bananas nanica ou prata  cortadas ao comprido  (3 fatias por banana)

• 100 g de manteiga

• 6 claras batidas em neve

• 6 gemas batidas em gemada

• 12 colheres de sopa de açúcar para as claras

• 12 colheres de sopa de açúcar para as gemas

• 1 colher de chá de baunilha

• 1 colher de chá de maisena

• 1 frigideira tefal

• 1 prato refratário médio

Depois de cortar as bananas ao comprido frite levemente as fatias na frigideira, uma a uma, vai por mim não dá trabalho, pára de reclamar, coloque a manteiga aos poucos, um pedaço para cada fatia, passa…

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Sorvetão com calda de chocolate

Para mim não importa se está ou não frio, sorvete sempre é perfeita escolha.

Se estiver frio, então, porque não inovar e fazer essa receita de sorvetão?!

Para começar:

– Calda de chocolate

Misture bem 10 colheres de chocolate dissolvidas em 9 colheres de água numa forma com buraco no meio, leve ao congelador por no mínimo 3h.

– Creme do sorvete

1 lata de leite condensado;
1 lata de leite (a mesma quantidade da do leite condensado);
3 gemas peneiradas;
3 colheres (SOPA) de maisena,
Leve ao fogo até engrossar
Deixe esfriar

Após junte:
3 claras batidas em neve, para cada clara 2 colheres de açúcar
1 lata de creme de leite
misture levemente com o creme já frio.
Coloque na forma por cima da cobertura de chocolate congelada, depois de 6h no congelador (ou freezer) estará pronto

Tire do congelador 20 min. antes de servir.

Desenforme e cubra com amendoim ou castanhas de caju moídas.

E o regime vai bem?!

Torta de banana – Sobremesa de segunda a domingo

Pense que sobremesa boa!

Uma das minhas favoritas desde criança, aprendi com a minha avó, que servia nos jantares de domingo em família, deliciosamente deliciosa, se é que isso existe!

Fácil demais, a parte mais difícil é esperar esfriar para comer.

• 6 bananas nanica ou prata  cortadas ao comprido  (3 fatias por banana)

• 100 g de manteiga

• 6 claras batidas em neve

• 6 gemas batidas em gemada

• 12 colheres de sopa de açúcar para as claras

• 12 colheres de sopa de açúcar para as gemas

• 1 colher de chá de baunilha

• 1 colher de chá de maisena

• 1 frigideira tefal

• 1 prato refratário médio

Depois de cortar as bananas ao comprido frite levemente as fatias na frigideira, uma a uma, vai por mim não dá trabalho, pára de reclamar, coloque a manteiga aos poucos, um pedaço para cada fatia, passa um lado, passa o outro, tira para o prato refratário, simples assim, cubra o prato (não queremos mosca no doce).

Depois disso bata as claras em neve adicionando depois o  açúcar de 2 e duas colheres, batendo para misturar bem e reserve  (uma batedeira aqui ajuda muito)

Faça a gemada com as gemas, o açúcar e a baunilha  (aqui a batedeira dá aquela força também), depois de pronta acrescente a maisena mexendo para desmanchar bem.

Disponha a gemada em cima das bananas e por cima coloque as claras em neve fazendo picos para dourar, igual a foto aí em cima, isso ajuda a saber quando tirar do forno. Leve ao forno pré aquecido (10 min aquecendo), por uns 20 minutos ou quando os picos estiverem bem dourados.

Agora vem a pior parte: espere esfriar para comer, se aguentar!

Arrasei! Essa sobremesa qualquer pessoa com intolerância à lactose ou glúten pode comer, não é o máximo?!

Ahh, engorda, tá?! Porque nem tudo é perfeito…

Brigadeirão, uma dica muito boa

 

Essa sobremesa é tão fácil e tão boa!  Na linha chocolate, porque são as receitas mais fáceis que eu lembro, já fiz muito essa, meus filhos também!

  • 1 lata de leite condensado
  • 1 lata de creme de leite
  • 3 ovos
  • 1 xícara de chocolate em pó  (se for usar achocolatado diminua o  açúcar)
  • 1 colher de sopa de manteiga ou margarina
  • 1/4 de xícara de açúcar
  • Margarina ou manteiga para untar
  • 1 pacote de chocolate granulado

Bata todos os ingredientes no liquidificador, coloque numa forma de buraco própria para microondas untada. Asse no microondas, em potência alta, por 8 min. Aqui é importante ressaltar que há variações de tempo de cozimento, nas diversas  marcas de aparelho, portanto se passar do ponto, da próxima vez coloque 7 min, se ficar mole, 9 min. Ajuste a receita conforme o seu aparelho.

Desenforme morno e cubra com o chocolate granulado. Leve ao congelador por meia hora.

Facílimo, não?! Agora é só saborear, cremoso, gostoso, tudo de bom!

Aproveite o seu final de semana!

Sobremesa de Natal – Nozes

nozes

Torta de nozes da vó Olga

As melhores receitas de nossas vidas são aquelas que aprendemos com o coração, essa sem dúvida para mim é uma delas.

Na época que as nozes pecãs amadureciam e eram secadas ao sol, na Cascata (um distrito de Pelotas/RS), minha avó Olga se preparava para, junto com as irmãs, ir à chácara da irmã Elza preparar as tortas de nozes.

Era um encontro em família, fui muitas vezes, dá aquela saudade de infância…

Essa receita aprendi vendo ser feita, como muitas em minha vida, então tive que adaptar para passar aos outros.

Acredito que seja a minha torta de maior sucesso, já agradou até a um Presidente da República, que nas festas de final de ano perguntava, vai ter a torta de nozes?!

Aproveita que o Natal está chegando e tenta fazer, é fina, sofisticada e sem maiores dificuldades para ser feita. Se você não gosta de nozes tenta trocar por amendoim levemente torrado ou coco ralado grosso com a casca interna, todas deliciosas.

  • 500 g de nozes
  • 8 claras batidas em neve
  • 16 colheres de sopa rasas de açúcar
  • 8 gemas coadas
  • 3 ovos inteiros coados
  • 1 colherinha de essência de baunilha
  • 20 colheres de sopa rasas de açúcar
  • 1 xícara de cafezinho de farinha de rosca
  • manteiga para untar
  • farinha de rosca para polvilhar

Triture as nozes pulsando o liquidificador de leve e reserve. Bata as claras em neve e acrescente o açúcar (16 colheres) aos poucos até ficar muito bem batido e firme, junte as nozes e a farinha de rosca mexendo suavemente. Unte uma forma com a manteiga, polvilhe com a farinha de rosca e leve para assar em forno baixo (180°C ou menos) por 30 min ou até enfiar o palito e ele sair limpo.

Coe as gemas e os ovos passando por uma peneira, junte o açúcar (20 colheres) e a baunilha e leve ao fogão em fogo baixo até engrossar, cuidado para não deixar talhar (embolotar), assim que engrossar e começar a formar bolhas tire do fogo, continuando a mexer para esfriar um pouco.

Desenforme a massa de nozes quando esfriar e jogue o doce de ovos por cima. Decore com metades de nozes.

Caso você não goste de ovos moles, faça um doce de leite condensado e leite, uma lata de cada, engrossado com parte das gemas como cobertura, textura cremosa mole.

Espero que você goste tanto como eu gosto, como minha avó gostava e como minha mãe, meus filhos e netos gostam também!

Sábado é dia de dicas – bolo cremoso de milho

bolo de milho

Bolo de milho da lata – fácil no liquidieficador

Quer coisa melhor para comer no sábado do que um bolo gostoso com café, humm, senti até o cheirinho dos dois, por isso que resolvi publicar esta receita hoje, para dar tempo de fazer e comer no domingo.

Nessa receita o copo de medida é o americano, 200 ml (o descartável comum também tem 200ml)

  • 1 lata de milho (vai tudo, inclusive a

    água)

  • 1 copo de leite (americano, 200ml)
  • 1/2 copo de óleo
  • 3 ovos
  • 1 copo e meio de fubá
  • 1 copo e meio de açúcar
  • 1 pacote de queijo ralado
  • 1 colher (sopa) de fermento químico
  • 1 forma untada
  • manteiga para untar

Coloque os ingredientes no liquidificador na ordem da receita e bata bem, depois de untar a forma despeje a massa, leve para assar em forno (pré-aquecido) em temperatura média, por cerca de 40 minutos, ou até que fique dourado.

Rápido e ótimo! Pode comer!

Espera! Fez o cafezinho?!

Cuca de liquidificador

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Massa de liquidificador?! Para cuca?!  Por que não?! Quando a saudade bate – ligo o liquidificador, porque não tem outro jeito mesmo.
Aqui queremos simplificar a vida, portanto se quiser uma cuca perfeita acho melhor comprar, perfeita mesmo só comi algumas em minha vida, as da minha avó Olga, as da minha tia-avó Marina,  e algumas da família delas, outras no Rio Grande do Sul.
30 min – 10 porções
Ingredientes para a massa:
  • 1/2 copo de óleo (aquele americano, se não tiver usa o copinho plástico de 200ml)
  • 1 copo de leite
  • 2 copos de farinha de trigo
  • 2 ovos
  • 1 colher de fermento em pó
  • 1/2 colherinha de sal
  • 4 colheres de sopa de açúcar (se quiser uma massa mais doce, acrescenta mais 2 colheres)

Farofa:

  • 1  ½ copo de farinha de trigo
  • 1/2 colher de sopa de fermento em pó
  •  1  ½ copo de açúcar
  • 1/2  copo de margarina ou manteiga gelada
  •  1 colher de sopa de canela em pó

Para a farofa junte tudo com os dedos até formar bolotas homogêneas

Massa:
bater tudo no liquidificador, colocando sempre os ingredientes líquidos primeiro, depois os secos e por último o fermento. Pré aqueça o forno antes de bater os ingredientes.
Colocar a massa numa forma untada e farinhada (usei essas 2 para pão da foto aí em cima) e levar ao forno pré aquecido (10 min) a 200º C, por meia hora mais ou menos, já tendo enfiado as frutas frescas na massa. Fiz essa com mix de pêssego, ameixa e nectarina que a família amou, cada fruta fatiada e depois da massa colocada na forma, enfiei metade das fatias na massa. Depois cobri com a farofa.
Pode também polvilhar tudo com açúcar e canela, mas com a farofa de manteiga, farinha, açúcar e canela fica muuuuuuito melhor!
Agora me chama para avaliar na hora de comer, OK?!

Torta versátil

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Olá minha gente!  A receita de hoje é uma das mais executadas na minha família por parte de mãe, tem uma fã fervorosa, como ela gosta demais, acabou sendo intitulada “Torta da Tia Eny”, quem prova acaba sempre pedindo a receita.

Uma das particularidades dessa receita é, você escolhe o recheio do dia. Fácil de executar e boa de comer, quer coisa melhor?!

Pré-aqueça o forno em temperatura média.

Ingredientes:

  • 3 ovos
  • 2 xícaras de leite
  • 1 xícara de óleo
  • 12 colheres de sopa de farinha de trigo
  • meia xícara de queijo ralado
  • 1 colher de sopa de fermento químico
  • 1 colher de chá de sal
  • 1 refratário grande
  • margarina ou manteiga para untar
  • queijo ralado para polvilhar

bata tudo junto no liquidificador, sempre coloque os líquidos primeiro, depois os ovos e por último os secos. Despeje a metade em um refratário untado, coloque o recheio da sua preferência, cubra com o restante da massa. Polvilhe com o restante do queijo ralado.  Leve ao forno pré-aquecido, temperatura média até dourar. O truque é o mesmo de sempre, o palito, se  fincar e sair sem massa está pronto.

Sugestões de recheios: frango desfiado e refogado, calabresa, salsicha, palmitos refogados, espinafre com ricota temperada com ervas, brócolis, aspargos… O refogado aqui sugerido é com alho (1 dente), cebola, tomate, salsa, cebolinha e sal e pimenta a gosto. Se ficar muito líquido, acrescente uma colherinha de maisena para que a massa não fique umedecida e difícil de assar.

Gente essa massa possibilita uma infinidade de recheios, confesso que só não tentei os doces, mas acho que pode rolar qualquer dia desses!

Bolo de Churros

bolode churros.jpg

 

Galerinha gente boa aprendi uma receita sensacional que preciso dividir com vocês porque é fácil demais, rende muito e é sabor de churros, o que é isso minha gente?! É puro prazer gastronômico! Conheci churros ainda criança, numa viagem ao Uruguai, esse sabor ficou para sempre gravado em mim, no Brasil ainda não existia, bom demais!

Então vamos lá:

2 ovos
1  e 1/2  xícara de açúcar
1 xícara de leite
1 colher de sopa de manteiga em temperatura ambiente
2 xícaras de farinha
1 colher de sopa de fermento (você sabia que a tampinha da embalagem do fermento é a medida exata da colher?)
1 colher de sopa de canela
1 colher de sopa de essência de baunilha
Açúcar de confeiteiro para polvilhar
Doce de leite para cobrir e/ou servir junto às fatias
1 liquidificador
1 forma de furo própria para microondas (usei uma refratária grande com furo e foi a medida exata, o bolo cresceu até a borda)
Manteiga para untar
Coloquei os ingredientes no liquidificador nessa ordem: ovos, leite, açúcar e manteiga e bati até ficar um líquido cremoso, acrescentei 1 xícara de farinha e bati até incorporar, depois coloquei a outra e bati novamente. Acrescentei a canela, o fermento e a baunilha e bati uns 2 minutos mais. Untei bem a forma despejei a massa e levei ao microondas por 12 minutos em potência alta, quando desligar NÃO tire do forno, deixe descansar por mais 5 minutos lá dentro. Depois de pronto polvilhe com o açúcar de confeiteiro. Sirva com doce de leite.

Gente faça um bom café sente a mesa e desfrute esse prazer… Esqueci de tirar uma foto e a família não perdoou nem as migalhas rsrsrsrsrsrs…