Horizontes

Ela tinha um olhar triste, o horizonte parecia não ter fim, assim como o seu sofrimento.

Não entendia o porquê de continuar ali, na verdade só fazia pela filha, queria lhe dar um futuro melhor que o dela.

Respirava fundo a cada dia e pensava, ela merece ter uma vida melhor que a minha.

Os dias passavam lentamente, quem mandou não estudar?

Dependia completamente do salário do marido, pelo menos ele pagava o estudo da menina e o plano de saúde, para ela restava a fila do postinho.

Antes do casamento todos lhe diziam é um partido de ouro você tirou a sorte grande, ela também pensava assim.

Homem estudado, tinha feito administração, trabalhava numa boa empresa ía lhe dar uma vida de futuro.

O futuro foi uma casa para limpar, que ele sempre dizia que não brilhava o suficiente, a comida para fazer, que nem aos pés chegava perto da da sua sogra e as roupas para lavar e passar. O esposo reclamava sempre do colarinho, não estava branco como deveria e sequer bem passado. Para que casara com ela, então?!

Tinha pensado em ser normalista, mas o pai não aprovara, isso iria atrasar o casamento e o genro o agradava muito, não queria que a filha perdesse essa grande oportunidade na vida.

Rita via os avanços da sua filha, melhor aluna na escola, valia qualquer sacrifício, ela realmente venceria, ficaria nesse casamento infeliz, a filha se formaria, como o pai, ela compensava sua tristeza com isso.

O inesperado um dia aconteceu, ela se apaixonou platonicamente pelo colega do marido, que sempre era convidado para sua casa.

A tratava com gentileza, um dia levou flores para agradecer pelo jantar. Percebia nele a amabilidade que nunca tinha visto seu marido lhe dispensar. Respondeu com um sorriso tímido: não precisava.

Ficava esperando Juvenal convidar o Roberto mais seguidamente, esses pequenos momentos lhe preenchiam o coração, mas não queria dar na vista, nem para o marido nem para a visita.

Bastava aquela visita para compensar os dias de tédio. Caprichava no jantar, sempre seguidos de elogios do convidado.

O marido, por sua vez, quando Roberto ía embora, lhe dizia: pelo menos na frente dos meus amigos eu não passo vergonha com a sua comida, por que não cozinha assim todos os dias? Podia caprichar mais para mim.

Ela nem ligava mais para as reclamações, estava feliz, não sabia explicar, mas estava feliz. Sua auto-estima aumentou. Resolveu mudar.

Procurou cursos na internet, em casa mesmo, queria se atualizar, preencher suas horas vagas.

O primeiro que encontrou que lhe agradou, como fazer uma maquiagem leve, sem muitas complicações. A partir daquele dia, seu rosto maquiava.

Depois achou um de empreendedorismo, o marido sempre falava nisso, ela quis entender do que se tratava, como gostou desse curso, pensou nas possibilidades de ganhar um dinheirinho próprio. Só não sabia como. Então pensou nos brigadeiros das festinhas da filha.

Fez um teste, uma panela de brigadeiro bem caprichada, enrolou bem bonitos. Ofereceu para S. Walter vender os doces na mercearia. Ele aceitou, deu um aviso: fico com esses se venderem bem encomendo mais. Vendeu!

Aos poucos Rita foi adquirindo uma chama interna que a impulsionava a crescer, percebeu que não dependia dos elogios de Roberto, mas que foi muito bom ter sido elogiada. Fez com que ela percebesse sua própria existência, descobriu a motivação.

Roberto deixou de ir jantar, trocara de empresa, mesmo assim isso não a abalou, tinha retomado sua felicidade interior, se gostava, se bastava.

Crescia com novos cursos descobertos, já fizera de o brigadeiro gourmet, bolos caseiros, de festa, investia no que entendia e gostava de fazer. Pela primeira vez se sentia valorizada por algo que executava.

A vizinhança encomendava, entrava um dinheiro extra, até a relação com Juvenal estava diferente, parecia que lhe respeitava mais.

Rita via o quanto se gostar transformava aos poucos a sua vida, ela se dera respeito e se fazia respeitar.

Aos poucos o horizonte se ampliava, ela se transformava e sua vida também.

Conto de Adrianafetter

Um café da manhã diferente – Pancho Vila

PANCHO VILA, não tenho a menor idéia de onde saiu esse nome, só sei que é assim…
Não deu tempo de ir ao supermercado, está cansada, mas quer fazer algo especial?

Tem ovo, tomate? E azeite e queijo? Um restinho de orégano teria ainda?

Então vamos lá, vai sair um pancho vila! Se tiver um pãozinho para levar ao forno para ficar quentinho, será de lamber os beiços, rsrsrsrsrss, adoro!

  • 3 tomates fatiados em rodelas
  • 3 ovos
  • 4 fatias de queijo muçarela
  • 3 fatias de presunto ou algo do gênero (opcional)
  • orégano
  • 3 colheres de sopa de azeite
  • sal à gosto
  • 1 frigideira

Aqueça o azeite na frigideira, acrescente os tomates cortados em rodelas e deixe refogar com o azeite até ficarem macios, tempere com sal e orégano. Bata 3 ovos rapidamente e jogue em cima, quando cozido coloque o presunto, o queijo e abafe por 3 minutos para derreter o queijo, em fogo bem baixo.

Desligue o fogo, agora é só pegar o pão quentinho e se deliciar!

Macarrão na panela de pressão – minha dica

Vamos para mais uma receita rápida, daquelas ótimas para qualquer ocasião, principalmente no carnaval.

Pode ser feita com qualquer tipo de proteína, vale o que tiver, sobras de churrasco, frango assado, carne moída, salsicha, depois só o trabalho de comer, amo esse tipo de receita.

  • 500g de macarrão curto (pene, parafuso, gravatinha)
  • 300g de carne
  • 1/2 cebola picada
  • 2 dentes de alho
  • 3 colheres de azeite
  • 1 pacote ou lata  molho de tomate (se quiser mais vermelhinho, 2 pacotes)
  • 1 litro de água fervente
  • Sal e pimenta a gosto
  • 1 caixa de creme de leite
  • 1 pacote de queijo ralado
Modo de preparo:
Em uma panela de pressão refogue a cebola e o alho no azeite, acrescente a carne, depois o molho de tomate e a água fervente,  coloque o macarrão, mexa bem, tampe a panela e leve ao fogo médio. Depois que pegar pressão, conte 3 a 4 minutos (eu deixo 3 min, gosto al dente). Nem um pouco  mais. Desligue, retire a pressão, adicione o creme de leite, ajuste o sal e coloque o queijo  ralado, misture e sirva em seguida.
Meus queridos pense num macarrão cremoso, quente e gostoso.  De lamber os beiços!
Atacar!!!

Torta de banana – Sobremesa de segunda a domingo

Pense que sobremesa boa!

Uma das minhas favoritas desde criança, aprendi com a minha avó, que servia nos jantares de domingo em família, deliciosamente deliciosa, se é que isso existe!

Fácil demais, a parte mais difícil é esperar esfriar para comer.

• 6 bananas nanica ou prata  cortadas ao comprido  (3 fatias por banana)

• 100 g de manteiga

• 6 claras batidas em neve

• 6 gemas batidas em gemada

• 12 colheres de sopa de açúcar para as claras

• 12 colheres de sopa de açúcar para as gemas

• 1 colher de chá de baunilha

• 1 colher de chá de maisena

• 1 frigideira tefal

• 1 prato refratário médio

Depois de cortar as bananas ao comprido frite levemente as fatias na frigideira, uma a uma, vai por mim não dá trabalho, pára de reclamar, coloque a manteiga aos poucos, um pedaço para cada fatia, passa um lado, passa o outro, tira para o prato refratário, simples assim, cubra o prato (não queremos mosca no doce).

Depois disso bata as claras em neve adicionando depois o  açúcar de 2 e duas colheres, batendo para misturar bem e reserve  (uma batedeira aqui ajuda muito)

Faça a gemada com as gemas, o açúcar e a baunilha  (aqui a batedeira dá aquela força também), depois de pronta acrescente a maisena mexendo para desmanchar bem.

Disponha a gemada em cima das bananas e por cima coloque as claras em neve fazendo picos para dourar, igual a foto aí em cima, isso ajuda a saber quando tirar do forno. Leve ao forno pré aquecido (10 min aquecendo), por uns 20 minutos ou quando os picos estiverem bem dourados.

Agora vem a pior parte: espere esfriar para comer, se aguentar!

Arrasei! Essa sobremesa qualquer pessoa com intolerância à lactose ou glúten pode comer, não é o máximo?!

Ahh, engorda, tá?! Porque nem tudo é perfeito…

Comida marcante

comida brasileira

 

Há alguns anos eu fiz um curso de gastronomia, quando aprendi que temos três gastronomias mais diferenciadas e significativas no Brasil.

Temos três comidas que são as mais marcantes, a de Minas Gerais, a da Bahia, e a do Pará. Essas três gastronomias no Brasil marcam incrivelmente a história da comida do nosso país.

Eu particularmente gosto das três, como mais a mineira pela proximidade, mas as duas que realmente me encantam é a baiana e a paraense. São inigualáveis por sua origem.

Minas tem a sua base na carne de porco, a Bahia usa o dendê, e a culinária do Pará, que é indígena, tem a mandioca com base.

No Para o uso da mandioca é pleno, inclusive o da folha que vira tucupi, fervendo a mandioca brava por 7 dias, é o suporte para quase toda culinária paraense.

A da Bahia o fundo culinário vem da África do dendê e das pimentas.

Amo tutu de feijão, leitão a pururuca, moquecas, acarajé e abará, bonito no tucupi, maniçoba, caldeirada paraense e arroz com jambú. Deu água na boca!

Tive o privilégio de conhecer cada uma delas na sua terra natal, que delícia comer se servindo num fogão à lenha em Minas, conhecer o Ver-o-Peso e todos os ingredientes do Para, depois almoçar uma maniçoba nas Docas, sentar no Rio Vermelho em Salvador para se deliciar com um acarajé.

Sou apaixonada por comida suas origens, suas motivações, suas influências, e acredito que a culinária é a definição da cultura de um povo.

Masterchef

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Assisti ao MasterChef e me emocionei. Me emocionei porque as candidatas falaram sobre toda a trajetória de vida delas e o quanto a vida delas mudou por ter entrado MasterChef. Foi um enorme aprendizado, não só de gastronomia mas também de vida.

Aí eu me pergunto qual é o diferencial que leva uma pessoa a vencer e a outra não?! O que distinguiu a Débora da Michelle no MasterChef?!

A Débora não precisava provar nada! Ela já era tida como favorita, excelente cozinheira desde o início. A Michelle tinha que provar tudo, mediana ela precisava mostrar que ela tinha uma capacidade de superação. Cozinhava bem, na média, não entendiam nem como ela tinha conseguido chegar na final.  Então ela não tinha nada a perder, jogou tudo, arriscou, apostou alto.

Esse foi o diferencial entre as duas, já que estavam na final, quem resolveu apostar tudo sem limites, levou. A Débora fez um cardápio muito bom, porém não houve novidades, ela seguiu nas farofas, que é o forte dela, a farofa gourmet. A Michelle inovou, tutano, cupim, e a sobremesa, abacaxi com hortelã, na tapioca coberto com baba de moça, gente de onde saiu isso?!

Não sei, mas foi ousado e esse diferencial deu a ela o prêmio, ousadia lacradora a da Michelle gente!

Assim nasceu uma chef!

 

Exigente

Eu tenho um sério problema, sempre convivi com pessoas que cozinhavam muito bem, aliás, extremamente bem, tempero caseiro, sem produtos industrializados. Qual é o problema?! Se tornar exigente!

Meu marido faz uma comida caseira maravilhosa! A costelinha de porco é de lamber os dedos, vocês nem imaginam o arroz com feijão. Minha filha faz uma comida mexicana incrível, sempre cozinhou bem, mas depois que fez esse curso, bate muitos restaurantes. Meu filho?! Panquecas, lasanha, bacalhau com natas, e os doces então…

Eu?! Confesso que não tenho feito muitas coisas ultimamente, por problemas de saúde, mas faço um goulash (ensopado de carne bovina de origem austro-húngara), um sukiyaki (prato típico japonês) e uma torta de nozes impecáveis. Minha lentilha de ano novo é o prato predileto da minha neta mais velha.

Geralmente marcamos refeições em família, é sempre uma ocasião cheia de comida boa.

Aí você resolve sair e comer num restaurante, muitas vezes é frustrante. Na minha cidade, Pelotas, a comida é muito boa. Aqui em Brasília o preço é que costuma ser muito bom.

Não me importo de pagar, mas me dê pra comer algo tão bom ou melhor daquele que tenho em casa.

Detesto sentir o gosto de caldo de galinha ou carne industrializado numa comida, isso sequer entra na minha casa. O que entra?! Louro, salsa, cebolinha, páprica, pimenta do reino branca, orégano, gengibre, salvia, tomilho.  Manjericão e pimenta vermelha é só colher, tenho em vasos.

Não sou enjoada não, gosto de qualquer tipo de comida, da esquina, da roça, do boteco, do bistrô, amo aquela feita num fogão a lenha, minha avó sempre cozinhou num.

O cheiro de um refogado de alho com cebola no azeite para mim é um perfume, delicioso.

Pode ser arroz com ovo, feito com carinho é tudo de bom!

Cozinha sustentável

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Dois conceitos que me atraem: cozinha e sustentável. Temos que começar a pensar num mundo viável e nada como começar com pequenas atitudes, dentro da nossa própria casa, de modo bem simples.

Cozinhar em casa com produtos naturais como alho, cebola, tomate, pimentão, salsa e cebolinha, a base do nosso refogado é extremamente saudável. Se você conseguir aliar a sua cozinha com a compra de produtos sazonais, feita com pequenos produtores locais, (que na sua maioria usam técnicas simples de plantio, sem agrotóxico) e utilizando tudo o que é possível deste produto, parabéns, você está praticando a cozinha sustentável.

Vamos ver como isso funciona?! Estamos em agosto, o que se produz em agosto? Nos legumes temos cenoura, abóbora japonesa, abobrinha, batata doce amarela, berinjela, cará, ervilha, inhame, mandioca e mandioquinha. Nas frutas: abacate, atemóia, carambola, kiwi, laranja, lima da pérsia, maçã fuji e red, mamão formosa, maracujá, mexerica, morango, sapoti e  tangerina. Nas verduras: agrião, beterraba com folhas, brócolis, cenoura, coentro, couve, couve de bruxelas, couve-flor, erva-doce, espinafre, hortelã, louro, mostarda, orégano, rabanete e repolho. (fonte blog da CEAGESP)

Quando você consome um produto sazonal você ganha de duas maneiras, no bolso e na nutrição. O produto consumido na época certa de sua safra preserva todas as suas qualidades, sabor, cor, textura, a saúde agradece.

Aproveitar esse produto em sua integralidade nos remete a novas experiências, como o bolo de casca de banana, a batata rústica onde a casca é aproveitada, o omelete de talos de salsinha, riquíssimo em vitamina C. Além disso você pode cozinhar a beterraba no feijão, ele ganha em ferro e você no gás de cozimento. A batata doce tem o mesmo tempo de cozimento do arroz. Ou seja, mil possibilidades de aproveitamento do todo.

Lembra que nossas mães e avós aproveitavam tudo?! O arroz branco virava bolinho, arroz de forno. O feijão, tutu, feijão mexido, nada era jogado fora, e feijão e arroz um mexidinho, é esse o conceito.

Abra as fronteiras da experimentação, você só tem a ganhar com a cozinha sustentável, grandes Chefs perceberam isso e apostaram nesse conceito. O planeta terra agradece!

Copiei algumas idéias da fleischmann  que achei bem legais.
Confira como reaproveitar melhor os alimentos

• Folhas de cenoura, beterraba, batata-doce, nabo, couve-flor e abóbora: faça bolinhos, sopas e cremes, suflês, farofas, patês, tortas, massas e recheios para panqueca.

• Cascas de goiaba, banana, laranja, mamão, maçã, abacaxi e manga: prepare compotas, doces caramelados, doces cristalizados, sucos, bolos e geleias.

• Talos de espinafre, agrião, acelga, brócolis, beterraba e couve-flor: use no preparo de sopas, refogados, farofas, omeletes, tortas e recheios para massas em geral.

• Sobras de carne assada, carne moída, peixe e frango: dá para fazer croquetes, omeletes, tortas, recheios para panqueca, bolo salgado, escondidinhos, suflês e bolinhos.

• Sobras de arroz e feijão: faça bolinhos de arroz, tortas, arroz de forno, arroz-doce, risotos, feijão-tropeiro e virado.

• Ao usar metade do abacate, deixe a outra parte com o caroço. Isso evita que a fruta estrague rápido.

• Sobras de bolacha não devem ir para o lixo. Esmigalhe, guarde em um vidro fechado e utilize para preparar pavês e tortas.

Fonte: http://www.falecomfleischmann.com.br e http://www.dicasdecozinha.com.br

Minhas Dicas – truques na cozinha

Resolvi listar algumas dicas que sempre usei na cozinha para facilitar a vida, então vamos que vamos porque o final de semana está só começando:

  • esfregar sal nas mãos tira o cheiro de cebola e de alho, depois é só lavar com água corrente;
  • depois de usar limão lave as mãos abundantemente, o suco ácido queima a pele em contato com o sol, podendo criar bolhas (vale para laranja, caju, maracujá…);
  • para descascar alho em grande quantidade coloque as cabeças em uma panela, tampe e sacuda freneticamente por 15 segundos, as cascas soltarão facilmente;
  • esfregar nabo cru na roupa onde derramou shoyo ajuda a eliminar a mancha, é inacreditável;
  • separar facas para diferentes usos conserva o fio, por exemplo, não use a faca de carnes para cortar cebolas ou limões, o suco ácido tira a afiação;
  • não lave cogumelos, eles são como esponja, absorvem a água, dificultando o cozimento, passe apenas um papel toalha;
  • para tirar o famoso “gosto de ovo” você deve retirar a película que reveste a gema, ela tem enxofre, o que dá esse gosto peculiar;
  • colocar vinagre ou casca de limão na água fervente não deixa que a panela escureça;
  • adicionar uma colherzinha de bicarbonato de sódio a água que cozinha verduras faz com que elas mantenham a cor vívida;
  • Sempre pré aqueça o forno por 10 min antes de assar alguma comida;
  • Aproveite a água em que cozinhou os legumes para fazer um arroz aromático e mais nutritivo;
  • O tempo de cozimento da batata doce é o mesmo do arroz, que tal aproveitar para cozinhar os dois juntos?! Basta colocar a batata doce cortada em fatias grossas e acrescentar a água do arroz.

Essas foram as principais que me ocorreram,  quem tem mais alguma coloca nos comentários, OK?!

Cozinhando

coração cozinhando

Hoje vou puxar a sardinha para o meu lado!
Se você quer ver umas receitas simples, práticas e rápidas visita o meu blog Cozinhando!

Fui escrevendo lá todas as receitas de cabeça que eu fiz no decorrer da minha vida, de memória.

Vez ou outra vou postar aqui algumas receitas, porque ninguém merece, por mais que goste de cozinhar, passar um final de semana na cozinha, não é?!

Tenta essa aqui: As latas me salvaram!

A fotinha é para mostrar para vocês que nem todos dominamos todas as habilidades  da vida rsrsrsrsrs…