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Sobre adrianafetter

... sempre em crescimento pessoal, tentando ser o melhor de mim!

Meus olhos

Meus olhos fotografaram tanto,

Vida a fora, cantos em que estive,

Lugares que vivi.

Também o que não existe mais,

Está guardado, nos meus registros cerebrais.

Todas as cores, as sensações, as nuances,

Tudo está catalogado em mim.

Tenho nostalgias imersivas,

Perambulo pelo tempo,

Encontro.

Busquei em meus fichários, anotações mentais, reorganizei.

Puxei das entranhas,

Submergi na dor, ou na alegria.

Tanto faz…

As frações estão em mim,

Até perecer.

Minuto mental

Ai que preguiça…

Estica vai…

Acorda! Não vai perder a hora…

Meditar um, dois, três,

Coordena essa respiração pessoa!

Tenho que limpar o banheiro

Ah! a roupa para lavar…

Será que a blusa vermelha tá limpa?!

Paguei a conta de luz?!

Ainda não respondi o e-mail… Tenho que mudar a senha…

Vou coar o café logo, nuh! tenho que comprar pó.

Pão com ovo ou tapioca?  

Essa música que não sai da minha cabeça… Burguesinha, burguesinha, burguesinha aaaaaaa

O Luiz ainda não me respondeu

Vixi, esqueci de calibrar o pneu….

Burguesinha, burguesinha, burguesinha aaaaaaa…

Ainda não consegui me concentrar, direito, amanhã eu consigo meditar melhor.

Burguesinha, burguesinha burguesinha aaaaaaa…

Aquele quadro tá torto…

Menina, o presente da Mada!

Nem seu Jorge me aguenta hoje…

Já enviei a proposta da Lorena?!

Gente, onde está esse passarinho cantando?!

Talvez um sushi no almoço…

Tenho que melhorar meu inglês

Burguesinha, burguesinha, burguesinha aaaaaaa…

Que delícia esse mamão!

A Lu e a Mayana ficariam orgulhosas do meu equilíbrio masculino, feminino,

“No centro sentimos leveza”

Minha essência, minha essência, minha essência…

Entrei na contramão

Entrei na contramão

Na conversa

A paralela se tornou transversal

Foi um beco sem saída…

Eu corri e morri na BR 3

Das relações

Atravessei a faixa da vida

Decepção, susto,

No meu rolimã desgovernado

Desci o declive dos sentimentos

Me estabaquei no meio da rua

Em pleno farol vermelho.

Vi um PARE, parei

Após tantas placas e sinais, refleti

Dei a preferência à razão

Fiz uma conversão radical

Segui em frente

No momento,

Estou subindo a ladeira da Esperança.

Poesia AdrianaFetter

Comida conforto

Foto por Sultan Ali em Pexels.com

Existem comidas que por mais que eu saiba a receita jamais conseguirei reproduzir novamente. Sinto saudade delas, muita, tem particularidades no fazer, o fogão a lenha, uma panela que dava uma queimadinha leve, a forma de lata de óleo antiga, tudo acrescentava sabor único, sabor que o tempo se encarregou de levar embora. Sem repetição… Waffles feitos numa forma de ferro, assados direto no fogo a lenha, cada um dos buraquinhos tinha um dedo de fundura, em cada furo uma generosa porção de geléia, doce de leite ou nata, a gosto do freguês, waffles com gosto de vó. O mingau feito em uma leiteira de aço inoxidável, naquele tempo em que queimava, então tinha que mexer rápido, mas ainda ficava com um queimadinho bom. Esse tinha gosto de mãe, a minha nunca gostou de cozinhar, mas fazia mingau na minha infância, até hoje é a minha comida de conforto, um bom mingau. O lagarto assado lentamente no forno, recheado de toicinho, macio e suculento, acompanhado de macarrão com molho de tomate, gosto de pai, que cozinhava as vezes, ainda guardo esses sabores comigo. Assim são as lembranças das comidas que trazemos conosco, os aromas, cheiros, cheios de recordações. E você, qual é a sua comida de conforto, aquela que além de agradar o coração também aquece a alma?!

Oficina Escrever sem medo: minicontos de verão, por Janaisa Viscardi

Iniciamos a oficina, fazendo uma escrita de cinco linhas, sobre quem somos. Fiz aquele basicão da escola prática, mulher, mãe, avó, casada, formada etc. etc. etc.

Ao final, da primeira parte da oficina, fiquei com o exercício de refazer essas linhas, de uma outra forma, que me representasse, então, aqui embaixo, está posto.

Professora de formação, exploradora por profissão, estudante, eterna, por opção, do fim até o começo.

Mulher mãe e avó, é amor de montão!

Vê beleza mundo afora, seja no micro ou macro cosmos.

Nascida em Pelotas, escolheu Brasília como morada.

Quando acorda dá bom dia ao mundo, aos céus e a natureza, com café, com certeza.

Pós-cinquentou em conteúdo digital, abraça o mundo, por querência e gratidão.

Guerreira, com a autoimunidade, tendo o humor como arma, tira de letra as lutas e batalhas.

61 anos de pura inspiração, tem olhar meigo e perspectiva jacobina.

É muralha, resistência, porto seguro, recheio de puro sentimento, em vastos amplexos.

Final de ano

Tudo gira sobre o tempo que passa, as maiores reflexões acontecem no final do ano. Época de retrospectiva.

Toda vez procuro poesias que falem sobre o passar das horas, Drummond, Quintana.

Neste final de ano, encontrei uma frase do poeta Manoel de Barros, ele sempre me encanta, por ser o poeta encantado.

“O tempo não morre. O tempo nasce. Não devemos ter esse sentimento melancólico pelo tempo que passa”

Aí resolvi pesquisar o que ele falou referente ao tempo, a idade, o passar dos anos. Veio um pot-pourri lindo de versos, compartilho aqui.


“Devemos viver cada momento com plenitude.”


“As pequenas coisas são a verdadeira essência da vida.”


“No quintal, o tempo se desata em miudezas.”


“Devo aprender com as águas, que insistem em correr.”


“O instante é a fração do eterno.”


“Ser simples é o segredo de quem toca a eternidade.”


“O que se perde de vista ganha outro sentido.”


“Não é o tempo que passa, somos nós.”


“O tempo é uma invenção dos relógios.”


“As horas são feitas de nuvens.”


“O agora é uma fração de eternidade.”


“Devo aprender com as árvores a paciência do crescer.”


“Há que se ter olhos livres para ver o tempo.”


“O tempo escorre pelas frestas das coisas simples.”


“Saber envelhecer é acumular simplicidades.”


“No miúdo, o tempo se agiganta.”


“As marcas do tempo são tatuagens da vida.”

Esse é o meu presente de final de ano para quem ama e para quem amará a poesia.

Fim de Ano e a Montanha-Russa de Emoções: quando a alegria pode  dar lugar à depressão

O final do ano é frequentemente retratado como um período de alegria, união e celebração. As ruas se iluminam, as casas se enfeitam e o espírito festivo toma conta do ar. No entanto, para muitas pessoas, essa época pode ser marcada por sentimentos de tristeza, ansiedade e até mesmo depressão.

Por Que o Final do Ano Pode Ser Tão Difícil?
Existem diversos fatores que contribuem para o surgimento ou agravamento da depressão no final do ano:

– Pressão Social: A ideia de que todos devem estar felizes e celebrando pode gerar uma sensação de inadequação em quem se sente triste ou solitário.
– Cobrança por Retrospectiva: O final do ano nos convida a refletir sobre nossas conquistas e fracassos, o que pode levar a sentimentos de frustração, ansiedade e baixa autoestima.
– Fatores Financeiros: As despesas com presentes, viagens e festas podem gerar estresse e preocupações, especialmente para quem já enfrenta dificuldades financeiras.
– Lembranças e Perdas: Esta época pode reacender a saudade de entes queridos que já partiram ou de momentos felizes que não se repetirão.

Quais os Sinais de Alerta?
É importante estar atento aos seguintes sintomas:

– Tristeza persistente e profunda
– Perda de interesse por atividades que antes eram prazerosas
– Alterações no apetite e no sono
– Dificuldade de concentração
– Sentimentos de culpa e inutilidade
– Pensamentos negativos e recorrentes
– Isolamento social
– Fadiga e falta de energia

Como Lidar com a Depressão no Final do Ano?
– Reconheça Seus Sentimentos: Não tente ignorar ou reprimir suas emoções. Permita-se sentir e acolha seus sentimentos com compaixão.
– Busque Apoio Social: Converse com amigos, familiares ou procure grupos de apoio. Compartilhar suas experiências pode ajudar a aliviar o peso da solidão.
– Cuide da Sua Saúde Mental e Física: Mantenha uma rotina saudável com atividades físicas regulares, alimentação equilibrada e sono de qualidade.
– Limite a Exposição às Redes Sociais: A comparação com a “vida perfeita” de outras pessoas pode intensificar sentimentos de inadequação e tristeza.
– Defina Limites: Não se sinta obrigado a participar de todas as festas e eventos. Priorize seu bem-estar e diga “não” quando necessário.
– Pratique a Gratidão: Concentre-se nas coisas boas da sua vida e cultive sentimentos de agradecimento.
– Busque Ajuda Profissional: Se os sintomas persistirem, procure ajuda de um psicólogo ou psiquiatra. A terapia pode te ajudar a lidar com as causas da depressão e desenvolver estratégias para gerenciar suas emoções.

Lembre-se: Você Não Está Sozinho!
Buscar ajuda é um sinal de força e coragem.

Onde Encontrar Ajuda:
– Centro de Valorização da Vida (CVV): 188 (ligação gratuita)
– Serviços de Saúde Mental do SUS: Unidades Básicas de Saúde (UBS), Centros de Atenção Psicossocial (CAPS)

O jardim do meu pai

Quero falar de um mundo de cores, flores e amores. Quero falar do meu pai.

Hoje é o seu aniversário de nascimento e festejo também o que nos une,  os jardins, as plantas, as flores.

Meu pai era caprichoso, ao formar seu jardim tinha esmero e acuidade.

Fazia canteiros lindos, tudo era organizado, incrível. Em volta de cada planta maior ou roseira, havia um canteiro, de cores e alturas para destacar a flor principal, o botão de rosa, o Pessegueiro de Jardim. Dando um fino acabamento aos canteiros, os Álissos brancos.

As árvores e arbustos eram pintados com cal, os caules brancos destacavam a beleza do todo.

No nosso jardim tinha todas as cores de rosas, a que gravei, pele de moça bonita. Começava champanhe, ía  mudando de cor até a borda rosa.

Amava o que fazia, cuidava com carinho, trazia sementes de Holambra, lembro dos ninhos que acomodavam as sementes, as batatas e as mudas.

Ele me ensinou o nomes de flores, pouco conhecidas e acho isso adorável. Me levava em casa canteiro apresentando: Rosa, Cravo, Strelitzia Regina, Amarilis, Dália, boca de leão, amor perfeito, Lírio, Palas, Violeta, Hortênsia, Gazânia, Narciso, Antúrio, Papoula, Onze-horas, Gérbera, Margarida, Lisianto, Orquídea, Íris, Petúnia, Alamanda, Copo de leite, Petúnia, Capuchinha, Chuva de Ouro, Príncipe Negro, Pessegueiro de Jardim, Gladíolo, uma infinidade. Essas que lembrei, há muito mais.

Na minha infância desenvolvi uma das minhas características de assinatura, apreciação da beleza. Vivia num mundo que, do micro ao macro, tudo era observado, destacado e contemplado.

Durante 10 anos fui privilegiada com a sua convivência, sabedoria e reverência a natureza, ele enriqueceu a minha vida.

Rumi, poeta persa

O ser humano é como uma casa de hóspedes

Toda manhã, uma nova chegada

Uma alegria, uma tristeza, uma mesquinhez

Uma percepção momentânea chega, como visitante inesperado

Acolha a todos!

Mesmo se for uma multidão de tristezas, que varre violentamente sua casa e a esvazia de toda a mobília

Mesmo assim, honre a todos os seus hóspedes

Eles podem estar limpando você para a chegada de um novo deleite

O pensamento escuro, a vergonha, a malícia

Receba-os sorrindo à porta e convide-os a entrar

Seja grato a quem vier

Porque todos foram enviados

Como guias do além

Para os verbos, locuções


Às vezes verbal
Por outras quietude
Vez em quando revela
Ocasionalmente recolhe
Se preciso fibra
Tempos em tempos vulnerabilidade
Eventualmente voluptuosa
Por vezes sedutora
Esporadicamente suave
De quando em quando tempestade
Vez ou outra liberta
De tempos a tempos cativa
Momentaneamente equidade
Instantemente contraste
Sempre necessária.

Não te deixarei morrer, David Crockett

Belíssimo texto de Miguel Sousa Tavares, Não te deixarei morrer, David Crockett.

E escrevi o teu nome e o teu número de telefone numa página da agenda do mês de Fevereiro. E, ao escrevê-lo, sabia que era uma despedida, mas todo o mês de Março nos arrastávamos na despedida, como caranguejos na maré vazia.

Sem ti, lancei outras raízes, contruí pátios e terraços, fontes cujo som deveria apagar todos os silêncios, plantei um pomar com cheiro a damasco, mandei fazer um banco de cal à roda de uma árvore para olhar as estrelas no céu, um caminho no meio do olival por onde o luar  pousaria à noite,  abóbadas de tijolo imaginadas pelo mais sábio dos arquitectos e até teias de aranha suspensas no tecto, como se vigiassem a passagem do tempo.

Nada disso tu viste, nada te contei, nada é teu. Sozinhos, eu e a aranha pendurada na sua teia, contemplávamo-nos longamente, como quem se descobre, como quem se recolhe, como quem se esconde.
Foi assim que vi desfilar os anos, as paredes escurecendo, um pó de tijolo pousando entre as páginas dos mesmos livros que fui lendo, repetidamente. Heathcliff e Catarina Linton destroçados outra vez pela minúcia do tempo.

Como explicar-te como tudo isto se tornou alheio, como tudo te parecia agora estranho, como nada do que foi teu vigia o teu hipotético regresso? Ulisses não voltará a Ítaca e Penélope alguma desfará de noite a teia que te teceste.

E arranquei a página da agenda com o teu nome e o teu número de telefone. Veio a seguir Abril e depois o Verão. Vi nascer a flor da tremocilha e das bungvílias adormecidas, vi rebentar o azul dos jacarandás em Junho, vi noites de lua cheia em que todos os animais nocturnos se chamavam rãs, corujas e grilos, e um espesso calor sobre a devassidão da cidade. E já nada disto, juro, era teu.

E foi assim que descobri que todas as coisas continuam para sempre, como um rio que corre ininterruptamente para o mar, por mais que façam para o deter.

Sabes, quem não acredita em Deus, acredita nestas coisas, que tem como evidentes.
Acredita na eternidade das pedras e não na dos sentimentos; acredita na integridade da água, do vento, das estrelas.

Eu acredito na continuidade das coisas que amamos, acredito que para sempre ouviremos o som da água no rio onde tantas vezes mergulhávamos a cara, para sempre seremos a brisa que entra e passeia pela casa, para sempre deslizaremos através do silêncio das noites quietas em que tantas vezes olhámos o céu e interrogávamos o seu sentido.

Nisto eu acredito: na veemência destas coisas sem principio nem fim, na verdade dos sentimentos nunca traídos.

E a tua voz ouço-a agora, vinda de longe, como o som do mar imaginado dentro de um búzio. Vejo-te através da espuma quebrada na areia das praias, num mar de Setembro, com cheiro a algas e a iodo.

E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente.
Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros.

Comigo caminham todos os mortos que amei, todo os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre.

Cozinha sustentável

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Dois conceitos que me atraem: cozinha e sustentável.

Temos que começar a pensar num mundo viável e nada como começar com pequenas atitudes, dentro da nossa própria casa, de modo bem simples.

Cozinhar em casa com produtos naturais como alho, cebola, tomate, pimentão, salsa e cebolinha, a base do nosso refogado é extremamente saudável. Caso você consiga aliar à sua cozinha a compra de produtos sazonais, feita com pequenos produtores locais, (que na sua maioria usam técnicas simples de plantio, sem agrotóxico). Utilizando tudo o que é possível dos produtos, resíduos para a compostagem, parabéns, você está praticando a cozinha sustentável.

Vamos ver como isso funciona?! Estamos em agosto, o que se produz em agosto? Nos legumes temos cenoura, abóbora japonesa, abobrinha, batata doce amarela, berinjela, cará, ervilha, inhame, mandioca e mandioquinha. Frutas: abacate, atemóia, carambola, kiwi, laranja, lima da pérsia, maçã fuji e red, mamão formosa, maracujá, mexerica, morango, sapoti e tangerina. Nas verduras: agrião, beterraba com folhas, brócolis, cenoura, coentro, couve, couve de bruxelas, couve-flor, erva-doce, espinafre, hortelã, louro, mostarda, orégano, rabanete e repolho. (fonte blog da CEAGESP)

Quando você consome um produto sazonal você ganha de duas maneiras, no bolso e na nutrição. O produto consumido na época certa de sua safra preserva todas as suas qualidades, sabor, cor e textura. Sua saúde agradece.

Aproveitar os produtos em sua integralidade nos remete a novas experiências, como o bolo de casca de banana, a batata rústica onde a casca é aproveitada, o omelete de talos de salsinha, riquíssimo em vitamina C. Além disso você pode cozinhar a beterraba no feijão, ele ganha em ferro e você no gás de cozimento.

Sabia que a batata doce tem o mesmo tempo de cozimento do arroz? Dá para aproveitar o gás cozinhando os 2 juntos.

Temos mil possibilidades de aproveitamento de tudo.

Lembra que nossas mães e avós aproveitavam tudo?! O arroz branco virava bolinho, arroz de forno. O feijão, tutu, feijão mexido, nada era jogado fora, e feijão e arroz um mexidinho. É esse o conceito.

Abra as fronteiras da experimentação, você só tem a ganhar com a cozinha sustentável, grandes Chefs perceberam isso e apostaram nesse conceito. O planeta terra agradece!

Copiei algumas idéias da fleischmann que achei bem legais.

Confira como reaproveitar melhor os alimentos

• Folhas de cenoura, beterraba, batata-doce, nabo, couve-flor e abóbora: faça bolinhos, sopas e cremes, suflês, farofas, patês, tortas, massas e recheios para panqueca.

• Cascas de goiaba, banana, laranja, mamão, maçã, abacaxi e manga: prepare compotas, doces caramelados, doces cristalizados, sucos, bolos e geleias.

• Talos de espinafre, agrião, acelga, brócolis, beterraba e couve-flor: use no preparo de sopas, refogados, farofas, omeletes, tortas e recheios para massas em geral.

• Sobras de carne assada, carne moída, peixe e frango: dá para fazer croquetes, omeletes, tortas, recheios para panqueca, bolo salgado, escondidinhos, suflês e bolinhos.

• Sobras de arroz e feijão: faça bolinhos de arroz, tortas, arroz de forno, arroz-doce, risotos, tutu, feijão-tropeiro e virado.

• Ao usar metade do abacate, deixe a outra parte com o caroço. Isso evita que a fruta estrague rápido.

• Sobras de bolacha não devem ir para o lixo. Esmigalhe, guarde em um vidro fechado e utilize para preparar pavês, tortas e farofa.

Fonte: www.falecomfleischmann.com.br e www.dicasdecozinha.com.br

Autoimune, os nossos perrengues explicados por um especialista, Dr. Caio Zanetti, e por mim.

Ou amig♡ de auto imune

Vou tentar explicar, minimamente, o que acontece, que muitas vezes é interpretado de maneira equivocada.

Por favor, às pessoas da área da saúde, aqui é uma explicação básica e leiga, sem qualquer perspectiva de desenvolvimento técnico-científico.

Aquilo que nos acomete ou pode acometer, poucas, ou algumas vezes, ou seguidamente:

  • doenças das mais variadas, pela maluquice do corpo autoimune, que combate a si mesmo;
  • fadiga, que não é cansaço, muito menos preguiça, é o resultado de uma luta incansável do nosso corpo, que luta contra ele mesmo, com um inimigo externo.

A doença de Sjögren, minha autoimunidade, acomete as glândulas exócrinas.

As mais conhecidas e “visíveis, as responsáveis pelas lágrimas e saliva. As invisíveis, lubrificação das articulações, as responsáveis pela digestão… muitas outras, muitas mesmo, tudo o que fabrica algum líquido para o corpo funcionar.

Muitos órgãos acometidos: a pele resseca, racha, perde proteção (alergias), o nariz sem lubrificação (rinite, sinusite…); a garganta seca (amigdalite, faringite, laringite); infecções das vias aéreas superiores; pulmões “ressecados” inflamam, criam nódulos, “cicatrizam”; pâncreas, diminue as enzimas, amilase (digestão dos carboidratos), lipase (digestão das gorduras), tripsina( digestão das proteínas), insulina (digestão dos açúcares); fígado, bloqueio dos dutos biliares, hesteatose, cálculos na vesícula, hepatite autoimune; ainda temos, estômago, intestinos, rins, órgãos reprodutores.

Outras complicações podem incluir artrite, problemas oculares e perda da visão, problemas dentários, dores crônicas, neuropatias, problemas de sono, apneia, cálculos renais, doença renal, depressão e ansiedade, risco aumentado de câncer… dentre outros mais.

Deu pra imaginar o número de especialistas que temos que consultar ao longo da vida?! E os exames?!

O diagnóstico é difícil, confuso ou nunca acontecer.

Difícil, já cheguei a ter 16 especialistas.

Esclarecendo que, nem todo autoimune de sjögren tem ou é afetados em todos esses órgãos. As vezes em um, ou 2, outras em muitos.

A fadiga, sei que é difícil nos entender, porque não é cansaço, pode ocorrer por pouco ou muito tempo. Se o autoimune dormir não passa, se passar uma tarde inteira em frente a televisão, quieto, também não passa. São, horas ou dias e dias querendo apenas ficar num canto, para recuperar a energia perdida.

Família, colegas, amig♡s querid♡s não abandonamos vocês, continuam sendo amad♡s. A exaustão tomou conta e estamos tentando voltar a rotina e ao contato com quem amamos. O recolhimento faz parte.

O que pedimos a vocês: acolhimento, compreensão e respeito.

Finitude

Todos nós sabemos que um dia iremos morrer, não sabemos quando.

Este ano tive a real sensação de finitude, alguns eventos de saúde me trouxeram essa emoção. Nada a preocupar, apenas a concretude da realidade do fim.

Pensei com clareza o que a vida estava me proporcionando, tem tanta coisa maravilhosa, deu saudade daquilo que não poderei acompanhar, no futuro.

Amo os meus, quero que se sintam amados. Sabendo que não irei assistir vários anos de suas vidas. Um certo sentimento de melancolia se instalou. É a saudade do futuro que mencionei

Espero deixar a lembrança de quem eu realmente quis ser, porque realmente sou. Vivo cada momento com intensidade, fazendo o que acredito, sentindo cada emoção de cada instante.

Também quero ser uma referência querida, uma saudade boa.

Falo com naturalidade da morte, sempre falamos assim em família, sem tabus.

Já falei sobre o planejamento da minha morte, não gastem com coisas desnecessárias e supérfluas, guardem esse dinheiro. Mas pode deixar uma flor, amo flores.

Planejei o que quero no meu enterro, sem velório, por favor não façam isso, detesto, mas sim uma oração, um mantra, algo em que acreditem, comemorem a minha vida

Sempre amei cafés, sentem em algum que gostei, ou que curtam, lembrem de mim, rememorem uma vivência legal que tiveram comigo,compartilhando essas histórias entre si, chorem, riam, festejem minha existência.

Não pretendo morrer logo, mas não custa deixar manifestado o que se quer, porque a finitude não tem data e hora marcada, não é mesmo?!

Deixem tudo arrumado, informem a sua família de papéis, seguros, contas bancárias… Não deem trabalho! rsrsrsrs… Deixe uma pasta organizada e acessível.

E você, já falou naturalmente sobre a morte, a finitude? Não faça disso um tabu. Ela vai chegar mesmo!

Perdi meu Gil

Hoje eu perdi uma das pessoas que mais amei na minha vida.

Eu era apaixonada pelo Gil, aquele primo mais velho, que, na infância e adolescência, você quer imitar.

Foi tanto amor, recíproco, ele sempre esteve lá quando eu festejei e quando precisei.

Nas brincadeiras, na valsa de 15 anos, na morte do meu pai, na morte da minha filha, nas minhas crises existenciais, nas minhas comemorações.

Perdi meu pai com 10 anos. Quando revisitei a casa onde morávamos, algumas árvores haviam sido cortadas, parte de mim perdeu seus galhos, ele estava ao lado para dar o conforto de um abraço amigo e o passeio no seu jipe amarelo, por Pelotas, para desanuviar.

Assisti meu primeiro Scorsese, Alice Não Mora Mais Aqui, anos depois pensava como aquele jovem adulto nos dava seu tempo de juventude para os primos moleques.

Com Gil conheci Virgínia Wolf. Ele era escritor e eu também gostava de desenhar letras, mostrei para ele meus primeiros versos, nos nossos intermináveis cafés no porão. Também me apresentou a Tomie Ohtake.

Com ele vivi aventuras, mesmo não estando nelas. O passeio de moto pela América do Sul, quando, de repente, o céu dia se fez noite, num eclipse de final de mundo. Quando morou em Salvador e se tornou confeiteiro para sobreviver e repetia as receitas da nossa avó, por quem éramos apaixonados.

Quando voltou para Pelotas, ídolo dos mais novos, com sua jaqueta de couro preta, óculos a lá John Lennon, cabelos desgrenhados, todos corremos, imenso corredor afora, para dar um abraço de puro amor e saudade.

Não nos víamos há anos, cidades muito distantes, o carinho era o mesmo.

Não sabia que ele estava doente, passei esses dias pensando nele, muito mesmo.

Em determinado momento me ocorreu, será que ele sabia que eu estava de cabeça branca? Desses  momentos em que dialogamos conosco.

Nesta semana ele esteve comigo e eu com ele, mesmo sem saber que era uma despedida.

Perdi parte de mim, perdi meu Gil.

Deixa eu te contar, fadiga é #foda!

Estou fadigada, isso não quer dizer cansada.

Fadiga é muito mais.

Na doença autoimune é o resultado do corpo lutando, o tempo todo, contra você mesma, porque qualquer coisa é uma ameaça, os anticorpos acham que é invasão, há um combate feroz, toda a estrutura reagindo, a gente fica exausta.

Exames e médico se tornam uma rotina, muito além do que qualquer outra pessoa possa fazer, tipo, sabe aquele check-up anual? Para autoimune é um check-up mensal.

No meu caso específico, pneumo, gastro, hepato, cardio, reumato, endócrino, oftalmo, ortopedista, hemato, dermato, geriatra, dentista, psicóloga… Deve estar faltando algum que esqueci. Sim, ginecologista, e?! …

Claro, ainda tem todos os exames, que cada um dos especialista pede para que eu faça, para acompanhamento das reações de cada parte do meu corpo, contra ele mesmo. Ultrassonografia, ressonância, tomografia, cintilografia, exames laboratoriais, regularmente.

Nossa, mas você precisa de tudo isso mesmo?! Que exagero!

Vamos lá tem nódulos na tireoide, no pulmão, pâncreas hipotrofiado, cartilagens soltas ou desmanchadas, ossos em atrito, fígado intoxicado, controle das células sanguíneas, olhos sem lágrimas, boca sem saliva, pele sem hidratação, inúmeras alergias, infecções de repetição. E dores…

Administrar o desconforto, inferências, caras e bocas! As pessoas e seus pitacos azedos, ou escondidos! Nos olham como uma lunática, hipocondríaca…

É uma agenda intensa para prevenir e remediar, pilates, fisioterapia, 3 vezes por semana, cada uma, acupuntura 2 vezes, terapia. Muuuuitas dores no corpo e na alma.

Você cansou?!

Trabalho, estudo, atualmente são 2 cursos, gerencio redes sociais, de 2 páginas e um blog. A agenda é cheia.

O sorriso no meu rosto é constante, porque a vida parece difícil, eu não preciso torná-la mais.

Minha vida é boa! Eu tenho meios de me tratar, eu tenho uma família incrível, filhos, marido, netos e amigos. Eu sou feliz!

Queria compartilhar, ser autoimune é difícil e fadigoso.

Ter fadiga é que cansa!

Sua estratégia de vida é fundamental para estar bem! Eu criei a minha.

Descansar, quando preciso, distrair, quando necessário, rir de mim mesma, cuidar do meu corpo, amar, afastar, ser fiel e leal a mim. Bom humor, positividade, resiliência e adaptação. Levo a vida, não deixo ela me levar.

8 anos… falta a Cláudia em minha vida

Avatar de adrianafetterPara Cláudia

Nem preciso te dizer que todos os dias lembro de ti, como uma irmã, amiga, são gatilhos que acontecem, naturalmente.

Já foi com muito sofrimento, hoje junta é saudade, é triste, mas a dor diminuiu.

Sinto falta da tua intensidade para tudo, vida trabalho, hobbies, críticas e um apoio e amor incondicionais.

Restaram as orações, as lembranças e uma lacuna, a das nossas longas conversas e trocas.

Deixo aqui a oração que fazíamos no evangelho do lar, quando eu estava em Pelotas, Maria passa na frente.

Que a luz esteja contigo!

Maria passa na frente e vai abrindo estradas e caminhos.
Abrindo portas e portões.
Abrindo casas e corações.
A Mãe vai na frente e os filhos protegidos seguem seus passos.
Maria, passa na frente e resolve tudo aquilo que somos incapazes de resolver.
Mãe, cuida de tudo o que não está ao nosso alcance.
Tu tens poder para isso!

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O metrô e a vida

Avatar de adrianafetterpós 50

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Todos os dias no metrô ela dormia às vezes sentada, quando dava, outras em pé mesmo, encostada aproveitava os infinitos minutos, até chegar ao destino.

Essa era a rotina, levantar, arrumar rapidamente o café, lavar a louça e sair correndo para pegar o ônibus, para conseguir entrar no metrô as 6h.

A vizinha levaria as crianças para a escola, deixava a mesa posta com o café e elas de uniforme, as vestia mesmo dormindo, para não dar trabalho para a amiga.

O marido?! Já tinha se ido, achado outro caminho, sequer tinha notícias dele.

O sustento da casa era por conta dela, mas comida na mesa tinha. Podia ser pão dormido com café, arroz e feijão com ovo, mas tinha. Morar no subúrbio era o que dava, no momento.

Sempre dizia às filhas: estudem, nunca dependam de ninguém, a vida só é vivida assim, façam seu próprio caminho.

Nem ela…

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Mulheres e Meninas Digitais

A pandemia agravou a situação de trabalho das mulheres, cada oportunidade é preciosa.

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A desigualdade de gênero está em todos os lugares, apenas 5% dos cargos de chefia e CEO de empresas no mundo são ocupados por mulheres, segundo pesquisa da OIT. No Brasil, as mulheres estudam mais, porém recebem salários menores que os homens, para desempenharem as mesmas funções.

Pare, leia e reflita sobre o texto a seguir da Onu Mulheres:

O mundo do trabalho está mudando de um modo que terá consequências significativas para as mulheres. Por um lado, os avanços tecnológicos e a globalização trazem oportunidades sem precedentes a quem tem a possibilidade de acessá-los. De outro lado, estão o aumento do trabalho informal, a desigualdade de salário e as crises humanitárias.

Apenas 50% das mulheres em idade de trabalhar estão representadas na população economicamente ativa no mundo. Os homens representam 76% dessa força de trabalho. A esmagadora maioria das mulheres trabalha na economia informal,

sustenta o trabalho…

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Cida, minha íntima

Lá eu no meio do campo, minha vaca no pasto, já tinha deitado e desistido do parto, cansada, sua bezerra era grande demais para ela.

Esse foi o dia que eu resolvi fazer um parto, numa vaca, porque era isso ou a morte dela e da bezerra, não queria desistir de nenhuma delas.

Nunca tinha feito parto, só achei que podia e iria conseguir.

Talvez você não conheça o seu potencial e sequer outras pessoas saibam daquilo que você é capaz, mas entenda, muitas, inúmeras vezes, você é, até mais.

Se eu não tivesse acudido aquela vaca, ela não estaria neste mundo.

Meus filhos buscaram a pilha de panos de chão, que eu comprei num sinal. Parto é escorregadio.

A terneira, ou bezerrinha estava virada, ía nascer pelas patas traseiras.
Medo, era um pouco mais difícil, mas não impossível.

Vocês já assistiram à um parto? Eu já, mas humano, agradeci por isso, usei algumas manobras que eu havia visto.
Então, sem maiores detalhes…

A Aparecida, chegou, num dia 12 de outubro.

“Prazer, Cida para a humana Adriana, minha íntima, que me salvou.”

Léo Buscaglia, uma referência de vida.

Leo Buscaglia foi uma referência importante na minha vida. Um professor de origem italiana, lecionava na Universidade do Sul da Califórnia, o curso: Amor .

Ele falava sobre cotidiano, simplicidade, profundamente.

Dos seus inúmeros livros os que mais me marcaram: Vivendo, Amando e Aprendendo e Amor.

Compartilho com vocês um dos textos preferidos.

Glória Maria, morre um ícone

Glória vai fazer muita falta, com sua energia, vida, força.

Foi a jornalista da minha geração, cobriu de tudo, participou de verdade nas suas matérias, mostrando todas as suas emoções. Pioneira.

Abriu caminhos, para as mulheres. Para as mulheres negras foi ícone, farol, coragem.

Fez história, Brasil, mundo,vida!

Única, estilo inigualável, essa é a palavra: admirável!

Ela realmente viveu! Vai em paz Glória, a luz te recebe com muita honra!

Usurpação, o dia que invadiram o Palácio do Planalto

Eu já usei essa mesa, ou uma idêntica, escolhi pela beleza do trabalho na madeira.

Eu trabalhei no gabinete pessoal do Presidente da República, no 3º andar.


Fui servidora da Presidência da República por 24 anos, 8 deles no gabinete pessoal, como adjunta.


A invasão de domingo também me invadiu, de tristeza, de perda, vi a mesa no meio das cenas de destruição, foi desolador, fui usurpada.

Nunca, trabalhando no 3° andar, tive a sensação que isso, um dia, poderia acontecer, nunca.


O espelho d’ água do Palácio Planalto não era previsto no projeto original de Oscar Niemeyer, foi construído em 1989, no final do governo Sarney, depois que um homem, dirigindo um ônibus, subiu a calçada do planalto e chegou até as pilastras.

Ali foi percebido a fragilidade da segurança do prédio. Se tivesse subido 2 rampas estaria no 3° andar, o do Presidente. Os protocolos foram revistos, o espelho foi instalado, como uma barreira física.


O palácio sempre foi guardado e protegido por seguranças, ligados ao GSI (Gabinete de Segurança Institucional), pelo batalhão da guarda presidencial (infantaria), ou pelo batalhão dos dragões da independência (cavalaria). Tem sempre parte da tropa de plantão, para proteger 4 palácios, o Planalto, o Alvorada, o Jaburu e a Granja do Torto, os ligados à presidência da República. Tem sempre segurança dentro dos prédios.

Mesmo sendo do corpo de servidores da presidência da república, depois que saí do gabinete, eu só poderia transitar me identificando na segurança das recepções.


Sei lá, me invade um sentimento de angústia, sempre me senti segura lá dentro, me pergunto onde estava essa gente, que sempre deu proteção…


Onde vocês estavam? Por que não protegeram o Palácio?

Não existe fórmula para um ano perfeito

Faça suas reflexões para o novo ano. O que quer que aconteça?

Verifique o que é realmente importante e relevante para a sua vida e faça disso o maior sonho a maior conquista.  Isso vale para os pedidos de desculpas que não fez, aquela declaração que não disse, aquela visita que você vive adiando. 

Trate de avivar a sua vida. Se quiser dançar, dance.  Cante! Vá ao cinema quando desejar, coma aquele doce que você tanto gosta, faça pipoca pra ver TV, não fique adiando planos, mesmo que sejam simples.

Sabendo que, um momento pode mudar tudo, o que estamos fazendo em nossos instantes?!

Perdemos a nossa verdadeira expressão, a verdadeira exteriorização de nós mesmos, vivemos para agradar aos outros, infelizes.

Se pergunte e responda, onde quero chegar, com quem quero ir, só você pode ser só você, qual caminho irá trilhar, seja honesta, porque só você terá as respostas.

Na vida o melhor é ser o mais honesto possível, inclusive consigo mesmo! Não se foge de problemas, no máximo se adia.

Monitore sempre os seus sentimentos e os seus problemas, para que não se agigantem e para não se afundar com eles, para não atrapalharem a navegação.

Para a vida o diálogo, o respeito e o amor são uma boa fórmula, um bom caminho.

A vida tem suas estações, tudo ao seu tempo, mudamos para evoluir, assim como na natureza.

O tempo não para, não pare no tempo. Não perca a capacidade de sonhar e continue colorindo a tela em branco que é a vida.

Pavê zás trás

Receita super rápida e fácil!

Então, meus queridos, vocês poderão arrasar nesse final ou início de ano, com essa receitinha super rápida e gostosa, a família e os amigos agradecem!

  • 1 lata de leite condensado
  • 1 lata de creme de leite
  • Suco de 3 limões (pode ser taiti ou siciliano, este deixa o pavê mais suave)
  • 14 bolachas maria (pode ser substituída por biscoito de leite, maisena ou champanhe)
  • 1 pacote de suspiro (merenguinho)
  • Raspas de um limão
  • 1 liquidificador
  • 1 prato refratário

Bata no liquidificador o leite condensado e o creme de leite, acrescente o suco de limão. No prato refratário cubra o fundo com parte desse creme, cubra com a metade do biscoito e esfarele metade do merenguinho por cima. Repita a operação e jogue por cima as raspas de limão. Leve ao congelador por 1h.

Se quiser incrementar essa receita coloque fatias de morango entre as camadas, dobre a quantidade de merenguinho, o sucesso é garantido!

Uma delícia só…

Mais uma gostosura para a sua mesa!