Presilha

Eu tenho uma presilha de cabelo, pequena, de plástico, que minha filha me deu, tem um significado imenso para mim.

Em 2017 eu estava hospitalizada, no meu rosto uma paralisia facial, decorrência de uma infecção nos ossos da cabeça. A rebeldia dos cabelos me incomodava.

Silvia me acompanhava em mais um dos 10 longos dias, ali. Abriu a bolsa e tirou uma minúscula presilha. Iniciava uma constante companhia.

Estamos em 2021 e a presilha fica ao meu lado, resiste ao tempo, recorro a ela inúmeras vezes.

Cada vez que a pego em minhas mãos, relembro os dias de superação, uma drástica mudança de vida, muita fisioterapia, muita auto dedicação.

A presilha é um marco na minha vida do antes e do depois, me traz a mente do que somos capaz.

A infecção deixou alguma sequela, rosto voltou 97%, diante de um prognóstico de 85%. O corpo precisou de tempo para recuperar altíssimas doses de corticoide.

Superei a paralisia, a perda do meu emprego, o início de uma doença autoimune, a transformação e aceitação de uma vida mais tolhida fisicamente, cirurgias reparadoras de ligamentos.

Iniciei uma transformação interior, me reinventei.

Fiz cursos, criei página nas redes sociais, escrevo em blogues, fiz uma pós graduação. Me adaptei. Não me entreguei.

Descobri uma nova profissão. Sou mentora de adaptabilidade e resiliência.

A presilha me lembra dessa trajetória, dos percalços, mas, principalmente, de tudo que venci. Meu troféu pessoal.

Chocolate quente

Ela sentou no balcão, pediu um chocolate quente, sabia que viria com um merengue açucarado. Tentava segurar as lágrimas.

Iria sorver as colheradas, adoçar a alma, já que a tristeza que invadia o seu peito doía como ferro queimando.

As atendentes conversavam e riam, ignorando aqueles sentimentos. Quando a caneca chegou, a moça percebeu que as lágrimas escorrendo, sem cerimônia, se afastou, chegou perto da colega e deu uma cotovelada, apontando com a cabeça.

Se instalou o silêncio!

Saberia depois que faltava apenas uma hora para a morte, mas pressentia.

Estava deixando para trás o último abraço que dera no irmão, não voltaria a vê-lo vivo.

O corredor do hospital trazia para cafeteria os barulhos metálicos das macas e cadeiras de rodas, das portas que batiam. Havia o forte cheiro do álcool misturado ao desinfetante. Era melhor ouvir as pessoas da cafeteria.

O chocolate ajudava pouco, haviam gritos internos, que teimavam em sair expressados pela água que escorria pelo rosto.

Quem vende doce nos hospitais deve entender de dores.

Há um quê de curiosidade na relação do açúcar com a tristeza. Por instinto pedira um chocolate quente, segunda vez que tentava aplacar uma dor de morte, aprendera isso no velório do pai, alguém havia colocado uma bala na sua boca.

No prédio do hospital, antigo e velho, transitava há dias. A lanchonete, escura e sombria, cumpria a função de alimentar as suas mazelas.

Eram dias tristes, dias de despedida de um amor fraterno.

Nunca mais o chocolate quente teria aquele sabor agridoce. Provavelmente, seria o último.

Ser

Propósito: Acolhimento Positivo

Me deparei com este poema de Pablo Neruda, tão pertinente para amenizar as cobranças sociais que sofremos, achei, além da poética abordagem, uma contribuição carinhosa para levar pela vida. Podemos ser o que for possível, mas podemos ser o melhor de nós mesmos.

Musgo e água



Se não puderes ser um pinheiro
no topo de uma colina
sê um arbusto no vale,
mas sê o melhor arbusto à margem do regato.
Sê um ramo, se não puderes ser uma árvore.
Se não puderes ser um ramo,
sê um pouco de relva,
e dá alegria a algum caminho.
Se não puderes ser uma estrada,
sê apenas uma senda.
Se não puderes ser o Sol,
sê uma estrela.
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas sê o melhor no que quer que sejas.
(Pablo Neruda)

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A história fará justiça

Eu queria começar pedindo desculpas pelas minhas duras palavras, caso discordem de mim, me deixem, ao menos desabafar a minha indignação e desgosto.

Provavelmente, vai ser um tom muito diferente daquele que eu costumo falar. Os 14 meses de distanciamento social amplifica o que me sinto, estou tolhida por esta pandemia, a quem não me entrego, mentalmente.

A impotência de não poder fazer, absolutamente nada, de ver a minha vida e o meu futuro nas mãos de governantes inaptos, inéptos, descomprometidos com a sua humanidade, me tira do eixo diplomático, que busco usar nos meus textos.

Transbordei em indignação!

É que eu ando emputecida com a situação de pandemia no Brasil, não aguento mais ver tanta gente morrendo pelo coronavirus, ou pela falta de atendimento, pela superlotação que a covid impõe aos hospitais.

Já temos vacina no mundo. Não há explicação plausível para as milhares de mortes acontecendo, todos os dias, por infindáveis meses.

Tanta gente poderia ter sido poupada, por que não se comprou vacina em 2020? Por quê?!

Famílias, tantas, em luto. Crianças órfãs, bebês morrendo, grávidas em risco e várias, muitas pessoas simplesmente não se importam.

Eu não acredito que eu estou vivendo num Brasil distópico, pessoas em realidade paralela, desconhecendo e menosprezando a ciência.

Estou há um ano em casa, mas vendo meu marido ter que trabalhar todos os dias. Seguramos um a mão do outro e enfrentamos esses dias com corajem.

Ele usa todos os recursos de proteção. Mantém distância de gente maluca na rua, de quem brinca com o perigo, que tenta dar a mão, abraçar, conversar sem máscara, ele vai desviando de todas as formas desse mortal vírus, de que muitos desdenham.

Estou de saco cheio desse governo genocida, desse legislativo cúmplice, dessa justiça paliativa. Dessas pessoas que não cuidaram para que o Brasil tivesse vacina a tempo e a hora.

Todos, que nos sabotaram, negam a realidade, se omitiram, nos infligiram essa tragédia brasileira, lavem as suas mãos, mas a história as mostrará em vermelho.

Queremos compartilhar empatia

Tem uma atividade que me deixa extremamente bem, amo preparar as publicações para a página pós50.

Escolho poesias, as vezes me ocorre alguma frase, entro no Canva, tento conectar a imagem com as palavras, olho o melhor tipo de letra, combino as cores. A mensagem e a imagem tem que tocar as pessoas.

Aprendi a organizar uma rotina que me faça sentir bem. Tem dias que são mais difíceis.

Em maio fará 14 meses que estou em casa. Aguardo a vacina, para retomar um mínimo de normalidade em minha vida.

Já são quase 7000 pessoas que nos leem. Se puder, quero compartilhar empatia.

As publicações, que a Sandra e eu fazemos, com tanto carinho, buscam a conexão entre as pessoas, com mensagens de amor, carinho e empatia.

A vida, mesmo em tempos difíceis, pode ser um pouco melhor.

14 de Abril

Metaforicamente, foi um dia de puxar meu espírito pelos cabelos, buscando trazer para fora a minha força interior, a coragem para viver esses dias tão difíceis, onde falta sensibilidade, empatia e humanidade.

Há um ano, dentro de 46 m², vivo minha solitude plena, com confiança, que, agora, tem se esvaído, diante a trágica realidade brasileira.

A realidade que se impõe é excessivamente dura.

Deus permita que possamos atravessar essa tempestade e recuperar sentimentos de humanidade, olhar para o lado e enxergar um irmão, não um inimigo.

Que ao aportar em águas mais tranquilas, tenhamos ao lado nossos queridos e amados e nossa integridade. Que meus cabelos brancos, de bons dias vividos, resgatem, em mim, a minha esperança.

A minha Páscoa

Meu pai morreu na Páscoa, foi para o hospital na sexta-feira santa. Na noite do sábado de aleluia faleceu e foi enterrado no domingo. Eu tinha 10 anos.

Quando se perde uma pessoa tão amada, numa data especial, você acaba tendo dois dias para chorar.

Marca a data do luto duas vezes, o dia da morte e o feriado, uma tristeza sempre estará presente, uma melancolia, para toda a vida.

A Páscoa nunca mais foi a mesma.

Eu a festejei, desde o nascimento da minha filha, depois meu filho e agora, também, os netos. Havia trilha do coelhinho, ninhos escondidos.

Crianças nos ressuscitam, dão sentido ao verdadeiro significado da Páscoa.

No entanto, geralmente nos reunimos, para almoçar, na sexta, último dia de vida do meu pai. No sábado e no domingo fico quietinha. Desde a chegada do coronavírus, isso não acontece.

Meu filho chegou na quinta-feira, com colombas e um ovo de chocolate, presente dele e da Silvia, minha filha. Em um ano de pandemia e isolamento, foi a terceira vez que nos vimos, de longe.

No domingo de Páscoa esse carinho e um pedaço de chocolate dará o alento e a doçura necessária.

As Meninas da Vela

Definitivamente, sonho acontece em qualquer momento, e, quando envolve alegria e beleza, ele vai vento afora.

É bonito ver desabrochar aquela iniciativa que contém um acalantado projeto de vida. Se torna mais desafiante e incrível colocar em prática esse projeto no meio de uma pandemia.

A Dani (@danifantoniazzi) e a Tatá (@tatamott) se lançaram ao mar, mais uma vez, para criar o projeto meninas da vela (@meninasdavela).

Essas duas comandantes chegaram para inspirar e proporcionar uma nova experiência no mundo das viagens, em especial na Baía de Todos os Santos, com seus recantos tão especiais.

Elas resolveram levar a experiência da navegação para outras mulheres, que gostariam de conhecer o desafio da vela e se deliciar ao navegar mar afora.

Com a segurança de quem conhece as velas e o mar há anos, elas levam outras mulheres para conhecer paisagens maravilhosas e se reenergizar em meio as águas salgadas, respirar e encher o olhar de vida.

Ao comemorar o seu aniversário no mar, Lilian (@lilianvilasanti), experiente agente de turismo (@terraemarviagens), que viajou o mundo inteiro, foi a primeira a abraçar o projeto meninas da vela. Ficou encantada com a inusitada e belíssima experiência de vela e mergulho.

Não há fronteiras para as mulheres pós50. Rompemos as barreiras adentrando novos mares.

Que tal subir a bordo para novos desafios?! As @meninasdavela te esperam em Salvador.

A história desta foto

O mundo é muito grande para você se limitar e eu nunca me limitei.

Porém, sou de uma geração onde as pessoas tinham vocação e, isso para mim era esquisito, para os outros, que tinham encontrado sua área futura de atuação, a esquisita era eu.

Quando fui escolher minha profissão, fiquei entre Ciências Sociais e Medicina. Me acharam meio doida (minha mãe também). Diziam que eu deveria fazer medicina, era a profissão do momento, tinha status.

Escolhi História. Ao terminar migrei para Ciência Política.

Enquanto trabalhava, resolvi cursar uma pós em gastronomia e fazer um curso de barismo (bebidas com café).

Isso trabalhando na área pública. Ali descobri o quanto eu gostava de tecnologia da informação, antes mesmo das redes sociais.

Fui aplicar políticas públicas TI. Era um mundo muito novo, não tinha e nunca me formei em tecnologia da informação, mas implementei várias políticas nela, certificação digital, inclusão digital, apaixonante.

Em abril de 2017, tive uma complicação de saúde, me afastou do trabalho por 10 dias.

Durante a minha hospitalização, a equipe de diretores, para a qual eu trabalhava, foi demitida e, por consequência, eu seria também.

A partir daí, eu teria que me organizar, exclusivamente, com a minha aposentadoria e uma grande perda salarial.

Primeiro decidi fazer uma viagem com amigas, já estava mesmo paga, oportunidade de descansar e organizar melhor a cabeça.

Essa foto foi feita dois dias depois de chegar de viagem.

Coloquei o celular em cima da caixa de som do computador, onde eu estava, antes programei para clicar em 5 segundos.

Acredito que ficou muito boa, pelo inusitado da falta de técnica, eu estava criando, naquele momento, o meu blog e a página no Facebook, ambos chamados Pós50.

Essa é a foto do cabeçalho, e o início de uma incrível jornada de conhecimento.

Nunca se limite, a vida te propõe inúmeros desafios, você pode aceitá-los e descobrir caminhos e possibilidades incríveis.

Exibicionistas!

A palavra do título não é a que melhor define o que sinto, é pernóstico mesmo.

Estudo para caramba, não para exibir o que sei, mas porque eu gosto de aprender, cada dia mais, me satisfazer, é uma das minhas terapias.

Não digo isso para me vangloriar, o motivo deste texto é outro.

Me irritam as pessoas que falam citando autores, para demonstrar o quanto são cultos. Para mim são exibicionistas.

Me irritam mais ainda quando percebo que esse tipo de fala é para plateias que julgam saber menos que elas…

Para mim são afetados e pernósticos.

Como julgar o saber das pessoas?! Eu tenho certeza que sei pouco, e, as vezes, gostaria de ter mais tempo de vida para saber mais.

Respeito os diversos saberes do mundo. Tanta gente já me ensinou tanto! Têm o meu profundo respeito as pessoas que, naturalmente, transmitem os seus saberes.

Podemos distinguir quem realmente nos oferece o que tem de mais especial, o dom e a generosidade em ensinar.

Um outro tipo é cansativo também, os que tentam se nivelar por baixo, medíocres, que falam besteira, que o fazem apenas para ter sucesso popular, populistas.

Acredito na transmissão do conhecimento em linguagem simples, quando se fala para se ser entendido.

Na transmissão, compreensão e aprendizado, a linguagem faz a diferença.

Conhecimento sempre deve somar, nunca diminuir.

Flores e estrelas

Eu tive meu pai por 10 anos em minha vida , e, nossa, como ele foi importante nesse tempo!

Meu pai me fazia sentir amada.

Uma das melhores coisas da nossa convivência foi ele me ensinar sobre flores e estrelas e eu lembro delas até hoje.

Eu desejo a você que você tenha, sempre em sua vida, alguém que lhe ame e que lhe ensine sobre flores e estrelas.

Adriana teu nome é saudade…

Eu abri a porta, tinham dois panetones no chão, em cima de uma sacola branca, borrifados de álcool. Fiquei, por segundos, confusa.

Ouvi a voz no fundo do corredor: oi mãe!

Que vontade de abraçar, só pude chorar de emoção.

No meu isolamento, meu filho quebrou o distanciamento e veio me trazer dois panetones de Natal. Nem rosto, a máscara cobria, para a segurança nossa.

Que saudade da minha Silvia e do meu Mateus. Que falta eu sinto das crianças.

Para mim a Luiza sempre será uma das minhas crianças.

Luiza, Alice, Heitor, Daniel quero qualquer vacina, qualquer uma que me dê uma chance de abraçar vocês.

Mais de oito meses longe.

Na tela do computador uma amiga dividia aquele momento comigo em lágrimas.

Quero genro, nora, filhos, netos, marido, amigas juntos comigo.

Quero de novo nossos cafés da tarde, cheios de comida, conversas, risadas. Quero abraços.

Quero vacina!

Processos mentais – mantenha sua positividade

Propósito: Acolhimento Positivo

Resolvi compartilhar a minha experiência, neste processo de distanciamento social, que eu e tantas pessoas estão vivendo, devido a pandemia.

Meus processos mentais e minha positividade têm sido fundamentais para a minha sanidade, bem-estar, otimismo e a desejada resiliência.

Cada dia vivido é único e cada experiência nele tem uma resposta pessoal e particular.

Percebo, hoje, que a minha organização mental e o meu estado de espírito, de tentar sempre enxergar o copo sempre mais cheio, me ajudou a planejar toda a minha trajetória de vida, como mãe, dona de casa e profissional.

Essa organização foi fundamental para que eu conseguisse fazer todas as atividades e papéis que me propus.

Colocava em prática aquilo que a minha mente já havia organizado para mim.

Dentro de casa fazia uma organização em que eu não me esquecesse onde estavam guardadas as coisas, nada muito complicado, apenas prático (acredite você também tem a…

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Feliz aniversário Cláudia, que o teus caminhos estejam cobertos de luz❣️

Para Cláudia

Hoje quero pedir a todos o que a tua mãe sempre me pediu, luz!

Me disse que agora não quer mais saber onde está o teu corpo. Quer te recordar, lembrar como tu eras, não deseja ver o teus restos, seria muito sofrimento.

Diz, mais uma vez, ela agora precisa de luz!

Fala que a justiça não trará mudanças para sua vida, não irá pedir por justiça, já o fez, acredita na justiça divina.

Gostaria de pedir a todos oração, que orem por ti. Acredita na outra dimensão, nessa nova etapa de tua vida. A fé lhe diz que estás bem e, nela, o que tu mais precisas é que teus caminhos sejam iluminados.

Ela sabe que estás linda, vestida toda de azul, iluminada, como a espiritualidade já lhe disse.

Hoje o meu presente para ti é seguir os desejos da tua mãe te envio as minhas orações. Sei que…

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Carta da D. Zilá para o aniversário de 53 anos da Cláudia, sua filha

Para Cláudia

Cláudia, minha filha, em um domingo de outubro, de 1967, Deus colocava em nosso lar uma estrelinha, veio fazer a nossa vida brilhar.

Seu brilho ainda era fraco, a partir daí, conforme passava o tempo, seu brilho começou a aumentar e se tornou muito especial, iluminando a todos que precisavam de um raiozinho de luz.

Ela era forte, vencia todos os obstáculos, ajudando sempre a todos, se tornando uma estrela de primeira grandeza, se tornou muito especial.

Um dia a maldade terminou a sua caminhada aqui na terra, mas não apagou o seu brilho, continuando agora a brilhar no outro plano.

Filha parabéns pelo teu aniversário, que todos os teus amigos e teus amores estejam contigo, que a primavera encha o teu caminho de flores coloridas e muita grama verde. Aqui filha as nogueiras estão brotando e ficando verdes, em pouco tempo darão muita sombra.

Tu sempre fazes parte de…

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A Gratidão

Propósito: Acolhimento Positivo

A gratidão nos torna pessoas melhores e proporciona o aumento dos momentos de felicidade, de otimismo, de autocontrole, a diminuição do estresse e a experiência de frequentes emoções positivas e de bem-estar.

Como usar o agradecer para o seu benefício? Aqui estão algumas sugestões facilitadoras, para tornar essa experiência de gratidão uma constante em suas vidas.

Acreditem, o resultado é surpreendentemente bom, para nos tornar pessoas mais leves, de bem com a vida e sucetíveis à felicidade.

Escreva três motivos pelos quais você é grato, diga o porquê…

Sou grato porque hoje eu acordei e tenho mais um diade vida.

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O florescimento

Propósito: Acolhimento Positivo

Eu estava lendo o artigo da Fátima Doman, na página do Instituto VIA de virtudes e forças de caráter, falava de resiliência e começava com essa frase, escrita num cartão da sua professora de yoga: Sem lama, sem lótus .

Veio a imagem dos lindos lagos carregados de lótus floridas, nunca pensamos na lama, essencial para o florescimento.

No mesmo momento resolvi olhar fotos e encontrei esta acima, tão significativa.

Senti a necessidade de deixar registrado essa imagem, a da lama de onde brota a beleza.

Nos lembra que, mesmo quando estamos num momento ruim, podemos florescer com as nossas forças interiores.

Desabrochar requer todos os nutrientes de origem, que estruturam nosso crescimento, mesmo os momentos difíceis nos dão a sustentação e vitalidade interior, acumulados para possibilitar a germinação e o florescimento.

A Psicologia Positiva quer o florescimento de cada pessoa para uma vida plena, transformar o negativo em positivo…

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